Sami Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
20 ações combinadas e 6.76. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saad Al-Sultan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ohod as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Sami Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ohod ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Talal Al-Ahmadi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Ohod beneficiou de cada uma dessas tardes.
Sami Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ohod ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saad Al-Sultan, e o treinador deixou.
Ninguém no Ohod sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saad Al-Sultan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ohod as despedidas começaram em silêncio.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Daiki Tanaka não será o apontado, mas ninguém no Ohod escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Batido 4 vezes, com 3 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Talgat Suyumbayev e o Ohod acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Toda a gente deixou de fingir: o Al-Riyadh vai fazer a chamada por Hamad Abdulrahman esta semana. O Ohod tem um número em mente, e o número não é tímido.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Hamad Abdulrahman pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Al-Diriyah vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maximiliano Mohr e o Ohod acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
13 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Suleman Garba, e o treinador deixou.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.32 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Nawaf Al-Jadaani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
27 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Uma média de 7.30 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Akira Inoue esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo21/01/2045
O Ohod torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
18 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Plantel23/01/2045
Masoud Rezaeian tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ohod dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Al-Fateh segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Ohod respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.28 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hamad Abdulrahman e o Ohod acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Saad Al-Sultan e o Ohod acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amar Al-Yuhaybi produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Suleman Garba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ohod e do Al-Hilal por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Masoud Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores21/11/2044
Daiki Tanaka jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.11. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 1 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O erro de um defesa alguém arruma; o de um guarda-redes acaba lá dentro. Soube antes de a bola cruzar a linha, e o estádio inteiro também.
Plantel14/11/2044
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Masoud Rezaeian
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maximiliano Mohr e o Ohod acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Witan Darmawan e o Ohod acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Suleman Garba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 20. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel10/10/2044
Faisal Al-Nemer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Masoud Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Yasser Al-Sultan deixa o Ohod pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 14 ações combinadas e uma nota de 6.88, e nenhuma delas entrará num resumo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 8.23. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Ohod.
Notas dos jogadores26/09/2044
Akira Inoue jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel26/09/2044
Masoud Rezaeian tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ohod dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém no Ohod sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
MercadoA história de Suleman Garba recusa-se a morrer
Notas dos jogadoresDaiki Tanaka tinha sempre o passe
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑1 frente ao Al-Orobah, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Nawaf Al-Jadaani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Akira Inoue será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ohod as despedidas começaram em silêncio.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Ninguém no Ohod sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Akira Inoue
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
15 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Ohod merecia melhor, e ele também.
Em resumo
Notas dos jogadoresDaiki Tanaka encarou-os todo o jogo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Ohod
MercadoA história de Suleman Garba recusa-se a morrer
Indemnização acertada, contrato assinado e um treinador que nunca esteve à venda. Ohod recomeçam a procura em desvantagem, único sítio de onde um clube nestas condições alguma vez recomeça.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção15/08/2044
Contrato novo para o treinador
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hassan Al-Qahtani é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Nasser Al-Shammari passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rashid Al-Harbi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresDaiki Tanaka encarou-os todo o jogo
PlantelUm recomeço para Suleman Garba com o novo treinador
Daiki Tanaka tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ohod dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ohod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ohod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hamad Al-Dawsari e o Ohod acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ohod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Akira Inoue será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ohod as despedidas começaram em silêncio.
Direção18/04/2044
Há outro clube atrás de o treinador
Dinamo Moscow manifestaram interesse e Ohod têm uma conversa que nunca quiseram ter. Um treinador por quem perguntam é um treinador cujo próximo contrato fica mais caro.
Suleman Garba lesiona os ligamentos do joelho — 127 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 127 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ohod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Ohod recebeu a chamada que todos os clubes bem geridos acabam por receber — alguém maior reparou em o treinador. Dizer que não é fácil; mantê-lo convencido é o verdadeiro trabalho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 133 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 140 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Ohod recebeu a chamada que todos os clubes bem geridos acabam por receber — alguém maior reparou em o treinador. Dizer que não é fácil; mantê-lo convencido é o verdadeiro trabalho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ohod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 149 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sherzodbek Abdulboriyev e o Ohod acertam mais 2 anos.
Nawaf Al-Jadaani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.