Sam Jansson

Meia Atacante (D) - BK Hacken U20
18 Abr 2036
Sexta-feira
Processo

Marcado para Sam Jansson

456 Edição

O Diário de BK Hacken

23/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Nikita Bokov põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BK Hacken, e não vai ser retirado.

Mercado

Só falta a fotografia para Ilyes Mekkaoui

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilyes Mekkaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Andreas Troelsen desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Mjällby leva os pontos ao BK Hacken

Derrota por 1‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Jere Kallinen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Kevin Krygård ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Dion Gashi encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Nuno Araujo tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o BK Hacken lida com um homem que quer outro país.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

Edições anteriores
455 Edição

O Diário de BK Hacken

16/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Luka Radić está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

Alexandr Orekhov aceitou deixar o BK Hacken a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Plantel

Kevin Krygård desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no BK Hacken

Jere Kallinen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

As bancadas

Um dos seus: Sam Jansson

Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Siny Guèye leva o BK Hacken a superar o Brommapojkarna

Terminou 2‑0, e a tarde foi de Siny Guèye: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o BK Hacken.

Plantel

Borys Olszewski fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Borys Olszewski e o BK Hacken acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Mercado

Conversas entre BK Hacken e Daniel Henareh empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Siny Guèye

Uma nota de 7.89, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Em resumo