Ibrahim Ayumba

Meia Atacante (E) - Jogador Livre
9 Nov 2035
Sexta-feira
Processo

Marcado para Ibrahim Ayumba

457 Edição

A Crónica de Gor Mahia

30/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Ninguém ganha em casa do Gor Mahia

48 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Notas dos jogadores

Austin Harrison estava imparável

Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Gor Mahia não para de ganhar

Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Mercado

Jon Russell põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gor Mahia, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Lamarana Jallow, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.07

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.07 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.

Jogo

Lamarana Jallow faz a diferença pelo Gor Mahia contra o Bandari

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lamarana Jallow. 2‑0 sobre o Bandari, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Ibrahim Ayumba de fora 22 dias

A enfermaria confirma 22 dias de paragem para Ibrahim Ayumba, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Notas dos jogadores

Wisdom Ndon jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Troca de palavras no Gor Mahia

Sam Waller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

Edições anteriores
435 Edição

A Crónica de Gor Mahia

27/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Koro Coulibaly de fora 41 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Gor Mahia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Abeiku Mohammed põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gor Mahia, e não vai ser retirado.

O banco

Francis Mwendwa: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Gor Mahia nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Os ânimos aquecem no Gor Mahia

Sam Waller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Austin Harrison tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Gor Mahia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A história de Sidnei Tavares recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sidnei Tavares assinar alguma coisa — um contrato no Gor Mahia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Mercado

Nicholas Okoth está na montra

O Gor Mahia fez saber ao mercado que Nicholas Okoth está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Mercado

O relógio negoceia por Mamadou Diop

Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Gor Mahia pode pedir e sobe o salário que Mamadou Diop pode exigir.

O banco

Abre-se uma porta a Caleb Rupia

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

431 Edição

A Crónica de Gor Mahia

30/10/2034
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Koro Coulibaly de fora 72 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Gor Mahia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Ibrahim Ayumba entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Gor Mahia podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Um desentendimento no Gor Mahia

Koro Coulibaly e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

David Kamau assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» David Kamau compromete-se com o Gor Mahia por mais 3 anos.

Mercado

Gor Mahia e Aïmen Moueffek falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Austin Harrison tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Gor Mahia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

O treinador faz de David Kamau um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Sidnei Tavares

Faltam 1 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Gor Mahia poderiam receber por ele.

Mercado

A história de Sidnei Tavares recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sidnei Tavares assinar alguma coisa — um contrato no Gor Mahia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo