Verba fechada, faltam as condições de Matheus Reis
O Crystal Palace e o Santos acertaram em $20.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Crystal Palace perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Jesse Derry era uma das razões por que as pessoas vinham, e $16.2M não substitui isso sozinho.
O Crystal Palace perguntou e o Tottenham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Crystal Palace ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Will Lankshear e o Crystal Palace acertam mais 4 anos.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Harry McGlinchey acabou de assinar pelo Crystal Palace e, por uma vez, a resposta importava.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Lucas Díaz acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Crystal Palace substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Ahmed Yasser e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Crystal Palace coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/10/2035
Palavras no treino do Crystal Palace sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Will Lankshear está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Crystal Palace, mais uma semana sem a assinatura de Marko Mladenović.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benjamin Howard, e o treinador deixou.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Crystal Palace pode pedir e sobe o salário que Jim Thwaites pode exigir.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Crystal Palace ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
O bancoHenrik Haraldsen tornou-se um homem de confiança do treinador