Eliminado, 1‑7 com o PAOK, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
As bancadas15/12/2042
Uma goleada na taça no PAOK deixa o Asteras a explicar-se
1-7, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Anastasios Vlachodimos não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asteras ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asteras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asteras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Reece Evans está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Calvin Aké agarrou este contra o AEL Larisa. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Asteras.
Um 8.37 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asteras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Reece Evans está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.72, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jared De León e o Asteras acertam mais 1 anos.
Gerardo Larraya lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.