134 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O KAA Gent perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.76 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no KAA Gent falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Eden De Bruyne lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no KAA Gent falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Minuto 86, meio estádio já a caminho da saída, e Romelu De Ketelaere decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Zulte Waregem não teve tempo para responder.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No KAA Gent ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Antton Nylund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no KAA Gent falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o KAA Gent beneficiou disso.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Laurent Fellaini acabou de assinar pelo KAA Gent e, por uma vez, a resposta importava.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KAA Gent coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No KAA Gent ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Martín Esteban acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o KAA Gent substituiu um orçamento de verão por um telefonema.