75 dias de fora para Hamode Kanaan depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hapoel Beer Sheva vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hamode Kanaan e o Hapoel Beer Sheva acertam mais 5 anos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hapoel Beer Sheva foi explícito quanto à situação de Marco Wolff, o que é mais do que muitos recebem.
O nome de Djibril Diop não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Hapoel Beer Sheva nada diz, o que já diz muito.
O banco10/05/2027
Hélder Lopes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Beer Sheva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Hapoel Beer Sheva não tem uma boa resposta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Beer Sheva, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Niv Yehoshua será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hapoel Beer Sheva as despedidas começaram em silêncio.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hapoel Beer Sheva sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
12 jogos no Levadiakos e os golos deixaram de entrar. O Hapoel Beer Sheva emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Hapoel Beer Sheva que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Hapoel Beer Sheva perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.
Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Hapoel Beer Sheva perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Igor Zlatanović e o Hapoel Beer Sheva acertam mais 5 anos.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hapoel Beer Sheva disse a Miguel Vítor que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Beer Sheva podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Beer Sheva coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Hapoel Beer Sheva volta a uma lista com um nome riscado.
Segue-se o Maccabi Tel Aviv, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Hapoel Beer Sheva terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Matan Baltaxa sai dessa comparação dentro da equipa, e o Hapoel Beer Sheva beneficiou de cada uma dessas tardes.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Beer Sheva, e não vai ser retirado.
A proposta do Hapoel Kfar Saba por Yoan Stoyanov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Hapoel Beer Sheva estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Matan Baltaxa marcou, foi avaliado com 7.70 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Djibril Diop esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Eliel Peretz marcou ao minuto 87, o Hapoel Raanana já pensava na viagem de regresso, e o Hapoel Beer Sheva levou tudo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amir Ganah, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Lior Glazer podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ofir Marciano está nela.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Hapoel Beer Sheva
Lucas Ventura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Eliel Peretz. 3‑2 sobre o Maccabi Petach Tikva, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Lior Glazer foi breve depois da vitória por 3‑2, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.