15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Amirreza Changalvaei não precisou: 7.71, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
Plantel07/12/2026
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sepahan e do Rah Ahan por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 37 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.17 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo21/11/2026
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Sepahan. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohammad Mehdi Mohebi produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
21 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Milad Zakipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresAli Karimi encarou-os todo o jogo
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
19 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel09/11/2026
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
18 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sepahan e do Naft Tehran por igual; os restantes divertiram-se imenso.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Esteghlal Khuzestan vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sepahan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Albin Andersson produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sepahan sabem-no.
Plantel26/10/2026
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
15 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.27 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Iván Sánchez produziu-o, e o 8.57 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sepahan e do Saba por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Milad Zakipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mohammad Reza Akhbari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/09/2026
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mehdi Limouchi, e o treinador deixou.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel14/09/2026
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Sepahan e o Esteghlal Ahvaz, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
131 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ashkan Alijani, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
138 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Sepahan pagou $420.0K por Albin Andersson, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ashkan Alijani tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Mehdi Mohebi. 2‑0 sobre o Persepolis, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Kaveh Rezaei, 34 anos, faz recuar o relógio — 7.95
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Mohammad Reza Akhbari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Mehdi Mohebi. 3‑2 sobre o Rah Ahan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel17/08/2026
Giorgi Gvelesiani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Plantel17/08/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Arash Rezavand
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.