Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Vitória por 1‑0 sobre o Al-Njoom, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Nassr ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Lecce ninguém diz, e no Al-Nassr ninguém gosta de estar a adivinhar.
Sadio Mané e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/09/2026
Marcelo Brozović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rashid Al-Ahmadi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Saad Haqawi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Nassr fez a parte difícil com o Lecce, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Flamengo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Marcelo Brozović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Omonoia fica com o seu homem, e o Al-Nassr volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Nassr perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As bancadas24/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de João Félix por $41.0M
Vai para o Young Boys, o clube tem $41.0M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Al-Ra'ed pagou $1.9M e o Al-Nassr aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Nassr coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Damac fica com o seu homem, e o Al-Nassr volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel24/08/2026
Marcelo Brozović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Nassr a ouviu como outra coisa.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Faisal Al-Khaibari é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Faisal Al-Hassan passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samú treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Nassr a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» João Félix e o Al-Nassr acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Kingsley Coman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Al-Nassr sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Brozović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.