Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Borislav Rupanov produziu-o, e o 8.98 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Borislav Rupanov marcou ao minuto 89, o Kifisia já pensava na viagem de regresso, e o AEL Larisa levou tudo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrej Todoroski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7.76, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrej Todoroski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Evangelos Papadopoulos podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Disseram uma coisa a Vasilis Sourlis e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
14 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vasilis Sourlis está nela.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Savvas Mourgos e o AEL Larisa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pione Sisto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel11/10/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no AEL Larisa
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Makris assinar alguma coisa — um contrato no AEL Larisa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑1 para o Panathinaikos, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pione Sisto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrej Todoroski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O AEL Larisa vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vasilis Sourlis, e o treinador deixou.
Um 1‑1 com o Niki Volos deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco13/09/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Evangelos Papadopoulos escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AEL Larisa podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AEL Larisa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção06/09/2027
O AEL Larisa fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 18 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Yvann Maçon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lazaros Bakasetas e o AEL Larisa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AEL Larisa podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção30/08/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no AEL Larisa
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel30/08/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Eleftherios Limnios passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dimitrios Georgiadis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Silkeborg fica com o seu homem, e o AEL Larisa volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Levadiakos, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel16/08/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alexandros Lolis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao CSKA Sofia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Kossonou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AEL Larisa as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AEL Larisa perguntou e o Beerschot disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Savvas Mourgos e o AEL Larisa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
93 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AEL Larisa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AEL Larisa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O AEL Larisa já telefonou ao Leon. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel26/07/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no AEL Larisa
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yvann Maçon assinar alguma coisa — um contrato no AEL Larisa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
102 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AEL Larisa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O AEL Larisa perguntou e o AEK disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Spyros Risvanis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AEL Larisa foi explícito quanto à situação de Zisis Chatzistravos, o que é mais do que muitos recebem.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o AEL Larisa joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O AEL Larisa já telefonou ao Palermo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Godoy Cruz para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoAlexandros Lolis tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zisis Chatzistravos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AEL Larisa as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AEL Larisa, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Luca Andrada apareceu em conversas de que o AEL Larisa não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O AEL Larisa perguntou e o Lanús disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexei Koșelev e o AEL Larisa acertam mais 2 anos.
Verba acordada, salário acordado, e o Kampaniakos à espera com uma camisola. No AEL Larisa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AEL Larisa podem fingir não ter ouvido.
Plantel28/06/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Uma sondagem ao CSKA Sofia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel28/06/2027
5 caras novas e o AEL Larisa ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel14/06/2027
25 dias de fora para Kostas Grozos depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AEL Larisa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O OFI aceitou o dinheiro. O que o AEL Larisa ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AEL Larisa, e não vai ser retirado.
Plantel14/06/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O AEL Larisa perguntou e o Lanús disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O banco14/06/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nikos Melissas
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AEL Larisa foi explícito quanto à situação de Spyros Risvanis, o que é mais do que muitos recebem.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AEL Larisa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ahmed Kossonou não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AEL Larisa, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zisis Chatzistravos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AEL Larisa as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Independiente para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AEL Larisa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AEL Larisa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Goni Naor e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yvann Maçon. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AEL Larisa já falam dele no passado.
Plantel17/05/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alexandros Lolis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marlon treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel17/05/2027
Os relatórios de treino sobre Nasos Dabizas não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Rui Patrício esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/05/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AEL Larisa, mais uma semana sem a assinatura de Benjamin Markuš.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Benjamin Markuš. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no AEL Larisa. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Angelos Tsingaras pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Alguém com quem falar no cabide ao lado, umas palavras na língua, e um centro de treinos que deixou de ser um país estrangeiro. Nunca aparece num relatório de observação e decide a maioria das contratações.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AEL Larisa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Julien Ngoy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yvann Maçon. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Kossonou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AEL Larisa as despedidas começaram em silêncio.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Makris assinar alguma coisa — um contrato no AEL Larisa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no AEL Larisa. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do AEL Larisa e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AEL Larisa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rui Patrício esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Davíð Kristján Ólafsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Rui Patrício e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 39 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o AEL Larisa é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marlon, e o treinador deixou.
O banco05/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Erick Ferigra
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Yvann Maçon está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Kossonou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AEL Larisa as despedidas começaram em silêncio.
Joel Roca e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Joel Roca e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zisis Chatzistravos, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Zisis Chatzistravos está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Makris assinar alguma coisa — um contrato no AEL Larisa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do AEL Larisa que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 29 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Rui Patrício esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Evangelos Papadopoulos a uma sala que já as tinha ouvido.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AEL Larisa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thodoros Venetikidis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AEL Larisa as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AEL Larisa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Erick Ferigra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco01/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andreas Makris
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
Notas dos jogadoresUma tarde que Erick Ferigra vai querer de volta
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/02/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Evangelos Papadopoulos podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Thierry Moutinho lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Atromitos levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel08/02/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O AEL Larisa perguntou e o Spartak Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alexandros Lolis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Thierry Moutinho lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AEL Larisa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AEL Larisa podem fingir não ter ouvido.
Direção01/02/2027
O AEL Larisa fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
74 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AEL Larisa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AEL Larisa já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AEL Larisa podem fingir não ter ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mimito Biai marcou, foi avaliado com 7.82 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Tudo acordado com o Olympiacos, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel18/01/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Panargiakos à espera com uma camisola. No AEL Larisa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O AEL Larisa nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel11/01/2027
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PAOK fica com o seu homem, e o AEL Larisa volta a uma lista com um nome riscado.
100 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AEL Larisa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O golo que pôs o Panserraikos na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o AEL Larisa empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Direção28/12/2026
Os salários engolem 101% das receitas do AEL Larisa
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Thierry Moutinho lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
7.67, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Plantel21/12/2026
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alexandros Lolis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 11 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Evangelos Papadopoulos não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do AEL Larisa também ninguém o escondia.
O banco14/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ahmed Kossonou
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Volos NPS? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AEL Larisa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Evangelos Papadopoulos depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco07/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Erick Ferigra
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Gaël Kakuta sai dessa comparação dentro da equipa, e o AEL Larisa beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gaël Kakuta produziu-o, e o 9.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Erick Ferigra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Evangelos Papadopoulos podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o AEL Larisa tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Benjamin Markuš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ninguém no AEL Larisa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AEL Larisa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AEL Larisa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Yvann Maçon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Plantel26/10/2026
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/10/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no AEL Larisa
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Evangelos Papadopoulos depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Segue-se o Atromitos, e há um homem no balneário do AEL Larisa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoMimito Biai pede uma conversa com o treinador
MercadoA história de Erick Ferigra recusa-se a morrer
Goni Naor esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmed Kossonou e o AEL Larisa acertam mais 4 anos.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Emanuel Šakić: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AEL Larisa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AEL Larisa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Erick Ferigra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no AEL Larisa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Pione Sisto: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AEL Larisa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no AEL Larisa a diferença vê-se da última fila.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o AEL Larisa
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Pione Sisto
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 7.10, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Evangelos Papadopoulos foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Zisis Chatzistravos está nela.
O Chania segue em frente e o AEL Larisa vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Benjamin Markuš e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o AEL Larisa e o Olympiacos, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jefferson Araújo, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.46 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Makris, e o treinador deixou.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Evangelos Papadopoulos saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Antevisão21/09/2026
O AEL Larisa mede-se com a equipa que todos perseguem
O Olympiacos chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AEL Larisa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
7.71, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Independiente ninguém diz, e no AEL Larisa ninguém gosta de estar a adivinhar.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Benjamin Markuš. 1‑0 sobre o Panserraikos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alexandros Lolis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AEL Larisa, mais uma semana sem a assinatura de Benjamin Markuš.
Avaliado com 7.81. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AEL Larisa podem fingir não ter ouvido.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 19 entradas, 1 saídas no AEL Larisa
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 19, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AEL Larisa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O AEL Larisa perguntou e o OFI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Spyros Risvanis está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Segue-se o Panserraikos, e há um homem no balneário do AEL Larisa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Benjamin Markuš assinar alguma coisa — um contrato no AEL Larisa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O AEL Larisa ofereceu $3.4M; o Panathinaikos disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Spyros Risvanis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/08/2026
Andreas Makris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o Asteras, e há um homem no balneário do AEL Larisa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Sotiris Tsiloulis volta a ser jogador do AEL Larisa, e a cidade tem a sua história do verão.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.6M — um clube que quer Giorgos Kyriakopoulos ao ponto de perguntar duas vezes.
Erick Ferigra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Sotiris Tsiloulis era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do AEL Larisa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Makris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o AEL Larisa joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Perguntou-se ao Boca Juniors se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andreas Makris e o AEL Larisa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Makris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faltam 36 meses e nem uma palavra de proposta. Um clube que deixa o calendário negociar por si costuma acabar a perder para o calendário.
Plantel03/08/2026
9 caras novas e o AEL Larisa ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.