“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Auckland FC, e não vai ser retirado.
Sam Cosgrove esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamza Bahaj, e o treinador deixou.
Um 1‑0 sobre o Central Coast Mariners, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Lachlan Brook
MercadoA conversa sobre Lachlan Brook não desaparece
15 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Lachlan Brook esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Daniel Graskoski tem 19 anos, e o Auckland FC contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Auckland FC lida com um homem que quer outro país.
Francis De Vries esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresSam Cosgrove em notas de excelência
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamza Bahaj treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Hiroki Sakai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jake Brimmer, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Auckland FC, mais uma semana sem a assinatura de Jesse Randall.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Auckland FC, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hiroki Sakai e o Auckland FC acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.