Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vasyl Ivanytskyy e o Pogon acertam mais 4 anos.
Kacper Stanowski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michał Osipiak, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Pogon daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Polonia Bytom segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Emprestados14/04/2036
10 balizas a zeros por empréstimo para Dawid Krysa
30 jogos no GKS Tychy e os golos deixaram de entrar. O Pogon emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 91% das receitas do Pogon
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Pogon sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vasyl Ivanytskyy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Pogon viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 39 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Genoa, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Monza à espera com uma camisola. No Genoa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Genoa lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $250.0K — um clube que quer Christian Sbaccanti ao ponto de perguntar duas vezes.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Genoa fez a parte difícil com o Zurich, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Genoa foi ao AC Milan com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Genoa sobre quem trabalha
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Genoa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Justin Bijlow esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/05/2035
Morten Frendrup desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco28/05/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Justin Bijlow e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Morten Frendrup está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Genoa viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Giacomo Corona. 1‑0 sobre o Sassuolo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giacomo Corona está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genoa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonathan Panzo, e o treinador deixou.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Genoa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Castiello será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Genoa as despedidas começaram em silêncio.
Justin Bijlow esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Răzvan Călugăr pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel20/11/2034
Morten Frendrup desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Genoa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco20/11/2034
Francisco Gomes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Genoa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Giovanni Fabbian: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Genoa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
A proposta do Torino por Nick Dobben foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Genoa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genoa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Francisco Gomes pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Morten Frendrup estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Palermo aceitou o dinheiro. O que o Genoa ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genoa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/07/2034
Morten Frendrup desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel24/07/2034
Uma transferência que Henrik Selnaes teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Henrik Selnaes está a viver essa versão no Genoa, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Genoa perguntou e o Frosinone disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel24/07/2034
Uma lesão muscular afasta Jonathan Panzo durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Genoa vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Pineto à espera com uma camisola. No Spezia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Sassuolo por Rafael Melo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spezia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Davide Gentile pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Damián van der Vaart e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Genoa volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Genoa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o AS Roma, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Genoa fez a parte difícil com o Udinese, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Spezia vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Davide Gentile pré-acordou a mudança para o Genoa, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gerard Yepes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Santino Giletti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.