0‑1 frente ao Tranmere Rovers, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Plymouth Argyle perguntou e o Castellón disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” David Carter depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Freddie Issaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
MercadoConor Hazard está livre para procurar outro sítio
Um 2‑1 sobre o Blackpool, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores14/09/2026
Michael Baidoo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” David Carter, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Freddie Issaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Plymouth Argyle joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Simone Giordano está a viver essa versão no Plymouth Argyle, e costuma notar-se no primeiro mês.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.85 para o resto.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rotherham United fica com o seu homem, e o Plymouth Argyle volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Richard Davis passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Richard Johnson passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Nicholas Russell está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
Notas dos jogadoresRonan Curtis mandou no meio-campo — 7.64
Notas dos jogadoresXavier Amaechi encarou-os todo o jogo