43 jogos e 3 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Plantel29/05/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Norwich City
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jovon Makama assinar alguma coisa — um contrato no Norwich City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Norwich City, mais uma semana sem a assinatura de Oscar Schwartau.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jack Stacey apontou a data.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Norwich City beneficiou disso.
Mathias Kvistgaarden e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção08/05/2028
O Norwich City paga $795.2K para rescindir com o treinador
Chegou a conta da demissão. o treinador sai com $795.2K pelo tempo que restava de contrato, e esse dinheiro não compra ao clube nada que possa pôr em campo.
O fenómeno mais antigo do desporto: uma voz nova no balneário e de repente toda a gente está disponível para tudo. Morgan Gibbs-White treina como se a última ficha de jogo nunca tivesse existido, porque para ele não existe.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Swindon Town pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um 1‑1 com o Shrewsbury Town deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco24/04/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jack King não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Swindon Town também ninguém o escondia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Filozofe Mabete treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Swindon Town fez saber ao mercado que Filozofe Mabete está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
11 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Harrogate Town foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Resolvido internamente, que é a expressão que um clube usa quando preferia que ninguém perguntasse duas vezes. Vai ser multado, vai pedir desculpa, e vai jogar no sábado.
Aaron Drinan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Yanis Rafii tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Róbert Boženík assinar alguma coisa — um contrato no Norwich City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Touré está nela.
Emprestados27/03/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Paris Maghoma
5 golos em 37 jogos no Swindon Town — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Norwich City alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Swindon Town já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 0 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Swindon Town até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Burnley ninguém diz, e no Swindon Town ninguém gosta de estar a adivinhar.
Aaron Drinan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Gavin Kilkenny marcou, foi avaliado com 7.74 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bournemouth fica com o seu homem, e o Swindon Town volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Shrewsbury Town vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Swindon Town foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.87, e ninguém melhor em campo.
Jogo25/12/2027
Aconteça o que acontecer, o Swindon Town não perde
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores27/12/2027
Paris Maghoma jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Jaylan Pearman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Swindon Town sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yanis Rafii treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Swindon Town ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Redman Evans será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Swindon Town as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Jack King podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Ollie Palmer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kaelan Majekodunmi, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Gavin Kilkenny: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Swindon Town a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Swindon Town sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Swindon Town falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jaylan Pearman não precisou: 7.64, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Redman Evans será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Swindon Town as despedidas começaram em silêncio.
Adrian Akande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fletcher Holman e o Swindon Town acertam mais 3 anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Swindon Town falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Swindon Town coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Paris Maghoma treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Oldham Athletic, e há um homem no balneário do Swindon Town que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Connor Ripley e o Swindon Town acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Swindon Town coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Murray Campbell, e o treinador deixou.
O banco04/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Omar Sowunmi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco04/10/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Jack King escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
99 dias de fora para Ollie Palmer depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Swindon Town vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Aston Villa fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Jaylan Pearman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Adrian Akande tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Swindon Town falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Redman Evans será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Swindon Town as despedidas começaram em silêncio.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Swindon Town sabe dizer em que semana.
Ollie Palmer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 139 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Isto não é rotação. Junior Hoilett está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Swindon Town finge o contrário.
As bancadas26/07/2027
O Swindon Town gasta $640.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $640.0K por Kaion Lisbie, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Jaylan Pearman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paul Glatzel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fletcher Holman, e o treinador deixou.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Joseph Brown treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Norwich City, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Norwich City a ouviu como outra coisa.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leeds United fica com o seu homem, e o Norwich City volta a uma lista com um nome riscado.
118 dias de fora para Darren Oldaker depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Swindon Town vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Swindon Town, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Manchester City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio com o Stockport County está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Jaylan Pearman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Swindon Town sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kay van de Vorst está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Swindon Town já telefonou ao Norwich City. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco07/06/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Omar Sowunmi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Norwich City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Norwich City. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Emprestados17/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Mohamed Touré
3 golos em 15 jogos no Colchester United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Norwich City alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores30/11/2026
Kenny McLean, 34 anos, faz recuar o relógio — 7.95
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Norwich City lida com um homem que quer outro país.
Disseram uma coisa a Alhassan Yusuf e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Anas Zniti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Norwich City daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Fulham segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paris Maghoma, e o treinador deixou.
O Millwall está fora e o Norwich City segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 109. O Millwall vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Norwich City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Ante Crnac tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Jogo07/11/2026
O Norwich City torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Middlesbrough tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Vladan Kovačević e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Joseph Brown, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Oscar Schwartau tem a sua resposta do Norwich City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
5 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Papa Amadou Diallo e o Norwich City acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Norwich City foi explícito quanto à situação de Ben Chrisene, o que é mais do que muitos recebem.
Segue-se o Sheffield Wednesday, e há um homem no balneário do Norwich City que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Norwich City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.12, e ninguém melhor em campo.
Notas dos jogadores28/09/2026
Um golo de defesa dá a vitória ao Norwich City — 7.77
1 para Alhassan Yusuf, avaliado com 7.77, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Norwich City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
8 caras novas e o Norwich City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Joseph Brown podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Paris Maghoma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.11, e nenhuma delas entrará num resumo.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Joseph Brown podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Antevisão21/09/2026
O Norwich City mede-se com a equipa que todos perseguem
O Wrexham chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Em resumo
Notas dos jogadoresJovon Makama encarou-os todo o jogo