Verba acordada, salário acordado, e o Panetolikos à espera com uma camisola. No Iraklis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Iraklis foi ao Aris Thessaloniki com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AEK ninguém diz, e no Iraklis ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Iraklis ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Dimitris Giannoulis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ethan Brooks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Vicente Taborda fica onde está
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Iraklis perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iraklis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dimitris Giannoulis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ethan Brooks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um novo parceiro, uma assinatura e uma fotografia de que ninguém se vai lembrar. Paga quinze dias de salários, o que é mais do que a maioria dos títulos desta página pode dizer de si própria.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Faïss Mahamat-Bindi está nela.
Posição 11 e 21 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Newcastle Jets, e não vai ser retirado.
O telefone voltou a tocar por causa de Marc Tokich, e desta vez do outro lado está o Perth Glory. No Newcastle Jets ouvem com educação e não prometem nada.
O Newcastle Jets perguntou e o Melbourne Victory disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Auckland FC para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alex Bolton está nela.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Newcastle Jets
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Newcastle Jets perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Lamonth Rochester e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Newcastle Jets perguntou e o Brisbane Roar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Newcastle Jets já telefonou ao Auckland FC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zane Schreiber treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoOs representantes de Marc Tokich andam a telefonar
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Newcastle Jets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Newcastle Jets, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sydney FC fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Newcastle Jets ofereceu $72.0K; o Melbourne City disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Toda a gente deixou de fingir: o Brisbane Roar vai fazer a chamada por Caleb Watts esta semana. O Newcastle Jets tem um número em mente, e o número não é tímido.
O Newcastle Jets perguntou e o Bournemouth disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Grant estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Melbourne Victory para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Newcastle Jets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Newcastle Jets podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Newcastle Jets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sydney FC fica com o seu homem, e o Newcastle Jets volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zane Schreiber, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Nottingham Forest para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Caleb Watts: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
O banco03/06/2030
Oscar Fryer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Newcastle Jets dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Newcastle Jets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Nikos Vergos sai dessa comparação dentro da equipa, e o Newcastle Jets beneficiou de cada uma dessas tardes.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Caleb Watts está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Lamonth Rochester e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Newcastle Jets viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Caleb Watts foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Newcastle Jets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Newcastle Jets ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
O bancoAlex Bolton tornou-se um homem de confiança do treinador
Os adeptos organizam-se contra a direção do Newcastle Jets
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
11.º lugar com 21 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Lamonth Rochester e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Tristan Watson compromete-se com o Newcastle Jets por mais 3 anos.
O banco25/03/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Darren Wood a uma sala que já as tinha ouvido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Newcastle Jets fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joe Shaughnessy treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lamonth Rochester esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para James Delianov, e o treinador deixou.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Zane Schreiber.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Darren Wood depois do empate por 2‑2, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Newcastle Jets disse a Finn McKenlay que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nikos Vergos. 2‑0 sobre o Sydney FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Segue-se o Perth Glory, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Newcastle Jets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Declan Collins e o Newcastle Jets acertam mais 3 anos.
O banco11/03/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Darren Wood, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Newcastle Jets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lamonth Rochester e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
0‑1 para o Western Sydney Wanderers, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco25/02/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Darren Wood saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Newcastle Jets fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de James Delianov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Newcastle Jets a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Newcastle Jets vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lamonth Rochester esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Central Coast Mariners fica com o seu homem, e o Newcastle Jets volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Newcastle Jets vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Perth Glory pode já não estar a vender.
Notas dos jogadores18/02/2030
Oscar Fryer jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Joe Shaughnessy.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Newcastle Jets podem fingir não ter ouvido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Newcastle Jets vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Oscar Fryer. 1‑0 sobre o Wellington Phoenix, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Cameron Martin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Newcastle Jets já telefonou ao Melbourne Victory. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.