“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Plantel02/06/2031
Reinildo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sunderland perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zac Smith, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Feyenoord para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Daniel Jebbison que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sheffield Wednesday falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Mansfield Town à espera com uma camisola. No Sheffield Wednesday ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sheffield Wednesday podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.00 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do Millwall por Joe Lumley foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sheffield Wednesday ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sheffield Wednesday fez a parte difícil com o Manchester City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $440.0K por Conrrado Green
O Feyenoord torna a sua casa um sítio difícil de visitar
39 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alexander Isak produziu-o, e o 9.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.43 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mats Wieffer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
91 dias de fora para Joe Lumley depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sheffield Wednesday vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Tahiri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sheffield Wednesday as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noel Törnqvist, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Allen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sheffield Wednesday coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ovie Ejeheri está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sheffield Wednesday, mais uma semana sem a assinatura de Jamie Allen.
Em resumo
O bancoAdrian Akande pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sheffield Wednesday falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mark O'Mahony será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sheffield Wednesday as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Matías Jorquera pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Adrian Akande. 1‑0 sobre o Wrexham, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonard Žuta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores25/11/2030
Tino Livramento jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.11. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sheffield Wednesday disse a Noel Törnqvist que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
MercadoVitaly Lystsov está livre para procurar outro sítio
Harrison Reed lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Marcel Dubois agarrou este contra o Wrexham. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Sheffield Wednesday.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joe Lumley será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sheffield Wednesday as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sheffield Wednesday coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sheffield Wednesday perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sheffield Wednesday podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel14/10/2030
Leonard Žuta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sheffield Wednesday coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sheffield Wednesday, mais uma semana sem a assinatura de Max Lowe.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sheffield Wednesday ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Já são 37 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
34 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jaden Slory será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Verba acordada, salário acordado, e o Walsall à espera com uma camisola. No Sheffield Wednesday ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sheffield Wednesday podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sheffield Wednesday fez a parte difícil com o ADO Den Haag, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tino Agić e o Sheffield Wednesday acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Sheffield Wednesday perguntou e o Arsenal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Leo Pecover tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Cambuur à espera com uma camisola. No Feyenoord ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Feyenoord perguntou e o Twente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Newport County por Ovie Ejeheri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Sepp van den Berg e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anis Hadj Moussa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
O Feyenoord perguntou e o Roda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Sepp van den Berg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel24/06/2030
Aidomo Emakhu consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Aidomo Emakhu acabou de assinar pelo Feyenoord e, por uma vez, a resposta importava.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A verba é $75.8M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Manchester United negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Manchester City queria mais do que $42.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sheffield Wednesday falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sheffield Wednesday, e não vai ser retirado.
Harrison Reed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Tino Livramento era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $75.8M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Em resumo
PlantelLeonard Žuta desentende-se com um colega por causa das exigências
Alvos de mercadoUm empréstimo de Luke McGee está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ovie Ejeheri está em marcha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Feyenoord já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Pieter van Maarschalkerwaard acertou condições com o Groningen para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Pascal Loretz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anis Hadj Moussa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Feyenoord fez saber ao mercado que Alexander Isak está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Feyenoord beneficiou disso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jozhua Vertrouwd pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel20/05/2030
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikola Vlašić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sabir Bougrine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Feyenoord perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Feyenoord foi ao Chelsea com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O AS Roma não queria vender e o número é a razão por que o fez. $13.3M por Josep Martínez, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Feyenoord perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Feyenoord perguntou e o Sunderland disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Verba acordada, salário acordado, e o Cambuur à espera com uma camisola. No Feyenoord ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Excelsior vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Feyenoord foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O Feyenoord tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Real Sociedad, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Plantel13/08/2029
Ovie Ejeheri lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Brighton fica com o seu homem, e o Feyenoord volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Mansfield Town por Ovie Ejeheri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do AZ por Nacho Ferri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ovie Ejeheri agiu, no Feyenoord, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.