O Aston Villa queria mais do que $40.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Bukayo Saka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Saliba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 29 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
O banco28/06/2027
Declan Rice tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Arsenal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Arsenal sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Bruno Guimarães apontou a data.
3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Vitória por 0‑0 sobre o Manchester United, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
12 golos e uma média de 7.50 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Saliba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Arsenal vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Um 3‑1 sobre o Bournemouth, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Jogo08/05/2027
O Arsenal torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Notas dos jogadores10/05/2027
Ebere Eze jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.05. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Uma média de 7.70 na época, com 50 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Bukayo Saka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/05/2027
William Saliba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
1 para Chema Andrés, avaliado com 7.47, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Seb Ferdinand será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Arsenal as despedidas começaram em silêncio.
12 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Crystal Palace; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ødegaard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
47 golos e uma média de 7.66 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Vitória por 2‑1 sobre o Liverpool, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 115. O Liverpool vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Bukayo Saka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e William Saliba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Saliba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Liverpool; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Arsenal prefere.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Bruno Guimarães
Uma média de 7.67 na época, com 46 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Bukayo Saka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ødegaard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bukayo Saka. 1‑0 sobre o Manchester United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Arsenal não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Bukayo Saka no seu melhor
Notas dos jogadoresEbere Eze encarou-os todo o jogo
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Arsenal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/03/2027
Martin Ødegaard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bukayo Saka. 2‑0 sobre o Nottingham Forest, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Nottingham Forest passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Noni Madueke agarrou este contra o Tottenham. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Arsenal.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ødegaard está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Bukayo Saka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ødegaard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andre Harriman-Annous e o Arsenal acertam mais 4 anos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Arsenal perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Arsenal vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Bologna pode já não estar a vender.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Arsenal a ouviu como outra coisa.
Plantel08/02/2027
William Saliba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 golos e uma média de 7.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Aston Villa aceitou o dinheiro. O que o Arsenal ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $20.7M porque Chema Andrés é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Newcastle United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Arsenal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
$13.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Wolverhampton pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Ham United fica com o seu homem, e o Arsenal volta a uma lista com um nome riscado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bukayo Saka produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Manchester United por Ebere Eze foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
PlantelChema Andrés consegue a transferência que sempre quis
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Arsenal a ouviu como outra coisa.
Declan Rice e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/12/2026
William Saliba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Bukayo Saka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.28 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel23/11/2026
Uma transferência que Aaron Atkinson teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Aaron Atkinson está a viver essa versão no Arsenal, e costuma notar-se no primeiro mês.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel23/11/2026
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Alexander Moore é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Peter Grant é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Peter Kelly passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Cam'ron Ismail lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 2, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Bukayo Saka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
14 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
JogoO Arsenal torna a sua casa um sítio difícil de visitar
Bukayo Saka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e William Saliba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Marshall Francis acabou de assinar pelo Arsenal e, por uma vez, a resposta importava.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ebere Eze. 2‑0 sobre o Wolverhampton, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Segue-se o Tottenham, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
8 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
Bukayo Saka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores28/09/2026
Kai Havertz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.76. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um 5‑3 sobre o Manchester City, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Saliba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mikel Merino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Newcastle United queria mais do que $46.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ebere Eze produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 17 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Arsenal até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Arsenal a ouviu como outra coisa.
$1.0M em cima da mesa do Nottingham Forest. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Newcastle United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Arsenal perguntou e o PSV disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Arsenal ofereceu $4.3M; o Crystal Palace disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
William Saliba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.