É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Thiago quer futebol continental; se o Leeds United o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryan McAidoo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leeds United as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emile Smith Rowe estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção02/12/2030
Em Leeds United, 117% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leeds United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Leeds United, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Roméo Lavia marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Notas dos jogadores28/10/2030
Um golo de defesa dá a vitória ao Leeds United — 7.95
1 para Manuel Ugarte, avaliado com 7.95, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leeds United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Roméo Lavia. 2‑1 sobre o Manchester City, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Altay Bayındır
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Leeds United podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Cambridge United à espera com uma camisola. No Leeds United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Reading por Tarik Muharemović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emile Smith Rowe estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Crystal Palace fica com o seu homem, e o Leeds United volta a uma lista com um nome riscado.
Direção19/08/2030
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do Leeds United
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Cameron Archer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$22.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Manchester City pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Adrien Truffert e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
46 jogos e 15 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester United fica com o seu homem, e o Leeds United volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Gabriel Gudmundsson está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol City, e não vai ser retirado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Scott Twine. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bristol City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Bristol City gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 41 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Leeds United podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel27/05/2030
Emile Smith Rowe desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
46 jogos no Bristol City e os golos não param. No Leeds United acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Direção27/05/2030
Ninguém saiu depressa do balneário de Leeds United
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco27/05/2030
o treinador enfrenta as perguntas
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” o treinador depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leeds United, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leeds United a ouviu como outra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Altay Bayındır, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Joachim Andersen chama-lhe outra coisa em privado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leeds United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco13/05/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 o treinador saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco13/05/2030
Noni Madueke tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Leeds United dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
12.º lugar com 59 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Pring estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cameron Pring, e o treinador deixou.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 7.02, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Hussein El Shahat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Joshua James depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emile Smith Rowe estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
15 golos em 46 jogos no Bristol City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Leeds United alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Leeds United ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Koki Saito esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco29/04/2030
o treinador enfrenta as perguntas
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” o treinador depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Leeds United podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores22/04/2030
Dastan Sätpayev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.20
Um 8.20 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Tem 21 anos, média de 7.01, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Joachim Andersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
14 golos em 44 jogos no Bristol City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Leeds United alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Dastan Sätpayev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Scott Twine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/03/2030
Caleb Yirenkyi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Luke Skinner tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Bristol City é como lidar com um homem a quem deve muito.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leeds United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Thiago quer futebol continental; se o Leeds United o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Leeds United fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Ryan McAidoo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Dastan Sätpayev
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Preston tentou reorganizar-se, o Bristol City não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Notas dos jogadores04/03/2030
Scott Twine jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.16. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Hussein El Shahat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emile Smith Rowe lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Leeds United podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Leeds United lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Josh McDonald pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leeds United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aconteça o que acontecer, o Bristol City não perde
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel25/02/2030
Emil Krafth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.31, e nenhuma delas entrará num resumo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bristol City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Joshua James depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Notas dos jogadores18/02/2030
Um golo de defesa dá a vitória ao Bristol City — 7.98
1 para Adam Randell, avaliado com 7.98, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bristol City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel18/02/2030
Palavras no treino do Bristol City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonín Kinský está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Bristol City perguntou e o Ipswich Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hussein El Shahat e o Bristol City acertam mais 2 anos.
72 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leeds United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.7M do que o Leeds United pagou por Ben Sheaf é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leeds United a ouviu como outra coisa.
Direção04/02/2030
Fecha o mercado: 2 entradas, 4 saídas no Leeds United
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Leeds United sabem-no.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Crystal Palace pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol City, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Bristol City ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
$730.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Derby County pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel28/01/2030
Antonín Kinský desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
88 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leeds United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nottingham Forest fica com o seu homem, e o Leeds United volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Leeds United podem fingir não ter ouvido.
O Leeds United ofereceu $5.7M; o Nottingham Forest disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Queens Park Rangers vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Bristol City foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bristol City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Bristol City foi ao Derby County com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As regras permitem-no e dói na mesma. Rhys Knight acertou condições com o Stockport County para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol City, e não vai ser retirado.
Tudo acordado com o Arsenal, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel07/01/2030
Antonín Kinský desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Joe Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Bristol City perguntou e o Liverpool disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um 1‑0 sobre o Sheffield Wednesday, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.78, e nenhuma delas entrará num resumo.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Juan Castilla tem a sua resposta do Bristol City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Leeds United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leeds United, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dilane Bakwa, e o treinador deixou.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco31/12/2029
o treinador: “Temos de ser melhores”
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Adam Randell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma exibição de 8.05 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Notas dos jogadores24/12/2029
Adam Randell fez o trabalho que ninguém conta — 7.18
9 ações combinadas e 7.18. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
O banco24/12/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Joshua James a uma sala que já as tinha ouvido.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Bristol City merecia melhor, e ele também.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Bristol City
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leeds United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emile Smith Rowe estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Tottenham levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco24/12/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 o treinador saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cameron Archer produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol City, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonín Kinský estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Derby County passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Castilla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bristol City as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonín Kinský estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonín Kinský, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Joshua James depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Oleh Strotskyi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Juan Castilla está nela.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Leeds United lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Robert Cook, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefanos Tzimas. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Crystal Palace, e há um homem no balneário do Leeds United que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luke Skinner não precisou: 7.63, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bristol City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jogo03/11/2029
Não se vê o fim da espera do Bristol City por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Bristol City tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bristol City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonín Kinský estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Bristol City que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Scott Twine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/10/2029
Antonín Kinský desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
O banco29/10/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Joshua James a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bristol City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol City, e não vai ser retirado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
A enfermaria confirma 49 dias de paragem para Oliver Shaw, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Direção22/10/2029
Ninguém saiu depressa do balneário de Bristol City
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco22/10/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Joshua James saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Oleh Strotskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bristol City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bristol City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Nota 7.69 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Plantel08/10/2029
Palavras no treino do Bristol City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonín Kinský está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Luke Skinner tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Scott Twine. 1‑0 sobre o Bolton Wanderers, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Antonín Kinský desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ross McCrorie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Scott Twine. 1‑0 sobre o Huddersfield Town, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores24/09/2029
Scott Twine jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joe Williams, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Joshua James sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
13 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Scott Twine. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoJuan Castilla pede uma conversa com o treinador
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luke Skinner não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bristol City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Adam Randell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do Bristol City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonín Kinský está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel17/09/2029
7 caras novas e o Bristol City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bristol City podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luke Skinner não precisou: 7.80, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bristol City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/08/2029
Palavras no treino do Bristol City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonín Kinský está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Luke Skinner tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A proposta do Portsmouth por Sam Greenwood foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bristol City fez a parte difícil com o Manchester City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Bristol City perguntou e o Everton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
42 jogos e 0 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Bristol City sabem-no.
Plantel04/06/2029
7 caras novas e o Bristol City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Uma sondagem ao Sheffield Wednesday para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Cameron Archer está em marcha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leeds United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dilane Bakwa está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Leeds United, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.