Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Monaco ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tylel Tati. 4‑3 sobre o Angers SCO, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Monaco, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monaco, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mika Biereth e o Monaco acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Toda a gente deixou de fingir: o Valenciennes vai fazer a chamada por Tylel Tati esta semana. O Monaco tem um número em mente, e o número não é tímido.
A proposta do Red Star por Alexis Vossah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stade Brestois segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Club Brugge por Mika Biereth foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tem 21 anos, média de 7.26, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Monaco ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Monaco, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Radosław Majecki, e o treinador deixou.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aladji Bamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monaco as despedidas começaram em silêncio.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
11 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Maghnes Akliouche. 3‑2 sobre o FC Nantes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mika Biereth, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Mika Biereth não conseguiu
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
8 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.44 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2‑3 frente ao Olympique Lyonnais, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.12 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Monaco têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tylel Tati e o Monaco acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Monaco a ouviu como outra coisa.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Yann Sommer sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thilo Kehrer, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Monaco, e 1 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Vitória por 1‑0 sobre o AC Ajaccio, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takumi Minamino, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Lucas Michal
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 23 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 22 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kamron Dimata-Gomis, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mika Biereth treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoUS Creteil estão prestes a pegar no telefone
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mika Biereth, e o treinador deixou.
Direção21/08/2028
O estádio vai crescer
Os planos estão aprovados para uma lotação de 14889. Decisões destas julgam-se vinte anos depois, por gente que não estava na sala.
Tem 16 anos e ninguém em Monaco o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aladji Bamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monaco as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do US Creteil por Ethan Schulz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Toda a gente deixou de fingir: o Sochaux vai fazer a chamada por Loïc Tiamuna Lubaki esta semana. O Monaco tem um número em mente, e o número não é tímido.
A proposta do AJ Auxerre por Djordan Mongo-Mpeho foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Denis Zakaria. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mika Biereth treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A perseguição a Nhoa Sangui terminou com $10.8M a mudar de mãos e o Paris FC sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Monaco ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mika Biereth e o Monaco acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O telefone voltou a tocar por causa de Ilies Belmokhtar, e desta vez do outro lado está o US Creteil. No Monaco ouvem com educação e não prometem nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pascal Loretz, e o treinador deixou.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aladji Bamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monaco as despedidas começaram em silêncio.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mika Biereth. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Monaco, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mika Biereth. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sochaux segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Yann Sommer sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Monaco, e 4 jogos em 40 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Krépin Diatta
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo11/03/2028
Não se vê o fim da espera do Monaco por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monaco tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Djordan Mongo-Mpeho e o Monaco acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.40 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stade Brestois segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stade Brestois segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
Notas dos jogadoresMika Biereth deixa-as todas atrás
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Joan Tincres
MercadoA conversa sobre Mika Biereth não desaparece
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Le Havre AC segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Monaco ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamadou Coulibaly, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mika Biereth treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Yann Sommer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Paris Saint-Germain segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Monaco ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kamron Dimata-Gomis e o Monaco acertam mais 4 anos.
“Vejo todos os jogos do Monaco daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stade Brestois segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.