As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Apollon vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Andreas Siikkis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Ljubić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Konstantinos Balogiannis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pedro Marques está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Donaldo Açka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emanuel Aiwu fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Connor Goldson e o Apollon acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Grigoris Antoniou é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joel Asoro, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Emanuel Aiwu está nela.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Apollon sobre quem trabalha
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Ermis vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Apollon foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
1.º lugar com 67 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
8 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Josef Kvída será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.33 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Apollon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Emanuel Aiwu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.28 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O APOEL vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Savvas Michos pré-acordou a mudança para o Apollon, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Apollon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.22 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Youssef estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O APOEL vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pedro Marques. 1‑0 sobre o APOEL, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
David Pollet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Stelios Elia sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Morgan Brown, e o treinador deixou.
Plantel21/12/2026
Donaldo Açka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Garry Rodrigues
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
9 golos e uma média de 7.22 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Stelios Elia foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Apollon perguntou e o Ethnikos Achnas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel24/08/2026
Donaldo Açka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Apollon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Marios Loizou lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Emanuel Aiwu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Donaldo Açka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Konstantinos Balogiannis assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.