Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Universitatea Craiova fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tarık Çetin, e o treinador deixou.
Adem Arous e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Ibrahim Soyuncu a uma sala que já as tinha ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Aos 31 anos conquistou um lugar em vez de o receber, e outro tem de arranjar alguma coisa para dizer sobre isso. O Kasimpasa tem uma decisão que se tomou sozinha.
Em resumo
MercadoA história de Matei Ilie recusa-se a morrer
Notas dos jogadoresFousseni Diabaté passa por eles um de cada vez
Fecha o mercado: 18 entradas, 1 saídas no Kasimpasa
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Kasimpasa vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Basaksehir pode já não estar a vender.
Tarık Çetin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Kasimpasa perguntou e o Zamalek disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Gianniotis, e o treinador deixou.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O Kasimpasa e o Basaksehir acertaram em $2.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basaksehir fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Ibrahim Soyuncu saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Besiktas fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
İrfan Can Kahveci e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Cláudio Winck continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Uma sondagem ao Fenerbahce para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Corinthians se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kasimpasa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Adrian Benedyczak fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.