Dribles concretizados: 42. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo31/10/2026
Não se vê o fim da espera do Twente por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Twente tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel02/11/2026
Bart van Rooij desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramiz Zerrouki, e o treinador deixou.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lars Unnerstall esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lars Unnerstall esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel21/09/2026
Bart van Rooij desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Arno Verschueren pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Wout Weghorst
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Twente a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bart van Rooij está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mathias Kjølø, e o treinador deixou.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.