Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rubén Hernández, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mailson Lima e o Hibernians acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Charleston esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Hibernians por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hibernians tem de arrancar um resultado de algum lado.
A história preferida de qualquer jornal e a menos preferida de qualquer treinador. O sucedido «está a ser tratado internamente», expressão que os clubes usam quando preferiam que ninguém voltasse a perguntar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Hibernians que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Envolveu Jurgen Degabriele, foi alto o suficiente para chegar ao parque de estacionamento, e ao almoço já tinha acabado. Os balneários aquecem; os que devem preocupar são os silenciosos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hibernians foi explícito quanto à situação de Matthew Debattista, o que é mais do que muitos recebem.
Ninguém vende um lugar anual com uma contratação destas. Qualquer treinador que tenha passado um mau outubro quer uma assim, e o Hibernians foi buscar a sua cedo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.
A série chega a 8 e as perguntas em torno do Hibernians já não são delicadas.
Notas dos jogadores28/12/2026
Silas Alfred, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.91
Um 7.91 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Charleston esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kurt Shaw, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Bjorn Kristensen chama-lhe outra coisa em privado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hibernians sabe dizer em que semana.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Hibernians que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Silas Alfred não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Charleston esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hibernians, e não vai ser retirado.
Charleston esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
18 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
17 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Oliver Cilia sai dessa comparação dentro da equipa, e o Hibernians beneficiou de cada uma dessas tardes.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ali Diakité. 1‑0 sobre o Sliema Wanderers, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/10/2026
Matthew Ellul desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hibernians sabe dizer em que semana.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Charleston esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rubén Hernández. 1‑0 sobre o Naxxar Lions, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.64 na ficha, e os adeptos do Hibernians saíram a repetir um nome.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dexter Xuereb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Bjorn Kristensen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7.56, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Hibernians tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
Plantel07/09/2026
Matthew Ellul desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Valletta defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Gabriel Vella, 15 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção31/08/2026
3 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Hibernians
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Oliver Cilia passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Luca Attard é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gabriel Vella é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rubén Hernández, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
DireçãoSem investimento nas instalações do Hibernians
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Sunday Akinbule