“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hapoel Kfar Saba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Silva Kani regressa a Maccabi Haifa com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Netanya fica com o seu homem, e o Maccabi Haifa volta a uma lista com um nome riscado.
Yarin Levi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pedrão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Silva Kani, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoOmri Glazer tornou-se um homem de confiança do treinador
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Haifa lida com um homem que quer outro país.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pedrão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Michael Ohana e o Maccabi Haifa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco09/08/2027
Omri Glazer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cédric Don. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Raanana à espera com uma camisola. No Maccabi Haifa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Maccabi Haifa já falam dele no passado.
Plantel02/08/2027
Cédric Don desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco02/08/2027
Cédric Don tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Sarel Cohen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Omri Glazer assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Haifa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Hapoel Kiryat Shmona está fora e o Maccabi Haifa segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Michael Ohana produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 13 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.50 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Yair Mordechai tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 7.93, e nenhuma delas entrará num resumo.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Maccabi Haifa não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
JogoA meio da época: o Maccabi Haifa está no 2.º lugar