«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Netanya lida com um homem que quer outro país.
O novo treinador do Maccabi Netanya já trabalhou com Maxim Plakushchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roei Zikri, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dolev Haziza assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Netanya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Liam Hermesh está nela.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roei Zikri e o Maccabi Netanya acertam mais 1 anos.
O novo treinador do Maccabi Netanya já trabalhou com Maxim Plakushchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Saba Khvadagiani tem a sua resposta do Maccabi Netanya; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saba Khvadagiani, e o treinador deixou.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
O novo treinador do Maccabi Netanya já trabalhou com Maxim Plakushchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Dor Solomon depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelDaniel Felczer desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Denis Kulikov
Nadav Niddam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Grigory Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Maccabi Netanya já trabalhou com Maxim Plakushchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Maccabi Netanya vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Dor Solomon sobre o empate
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Itai Ben-Shabat acabou de assinar pelo Maccabi Netanya e, por uma vez, a resposta importava.
A camisola ainda lhe serve. Oz Bilu está de volta ao Maccabi Netanya, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Itai Ben-Shabat está de volta ao Maccabi Netanya, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Román Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
O novo treinador do Maccabi Netanya já trabalhou com Maxim Plakushchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Maccabi Netanya vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Netanya podem fingir não ter ouvido.
Direção06/09/2027
O Maccabi Netanya fecha o mercado com um plantel feito por si
17 entradas e 20 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Liam Hermesh regressa a Maccabi Netanya com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
O Maccabi Netanya ofereceu $170.0K; o Hapoel Kiryat Shmona disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nadav Niddam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Maccabi Netanya já trabalhou com Maxim Plakushchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Netanya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Maccabi Petach Tikva; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $178.0K — um clube que quer Ofir Benbenisty ao ponto de perguntar duas vezes.
O Maccabi Netanya mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Dor Solomon, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
O Maccabi Netanya foi ao Hapoel Kiryat Shmona com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$240.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Hapoel Beer Sheva pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Em resumo
Direção5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Maccabi Netanya
PlantelRomán Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Plakushchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Netanya as despedidas começaram em silêncio.
O Hapoel Kfar Saba paga $830.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Román Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shakhtar fica com o seu homem, e o Maccabi Netanya volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Netanya sabem-no.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Maccabi Netanya foi explícito quanto à situação de Itai Ben-Shabat, o que é mais do que muitos recebem.
Verba acordada, salário acordado, e o Bnei Sakhnin à espera com uma camisola. No Maccabi Netanya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Plakushchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Netanya as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
A proposta do Bnei Sakhnin por Denis Kulikov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Netanya volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Felczer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Maccabi Netanya do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $155.8K — um clube que quer El Yam Kancepolsky ao ponto de perguntar duas vezes.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Netanya sabem-no.
A proposta seguiu esta semana para o Hapoel Beer Sheva, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$130.0K em cima da mesa do Hapoel Tel Aviv. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Maccabi Netanya ofereceu $170.0K; o Hapoel Tel Aviv disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel07/06/2027
Matheus Davó desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Plakushchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Netanya as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Román Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saba Khvadagiani, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Netanya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Netanya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elad Madmon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nadav Niddam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Wylan Cyprien. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Netanya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O Hapoel Kfar Saba vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Maccabi Netanya foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Plakushchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Netanya as despedidas começaram em silêncio.
7.62, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.99 ao lado do nome.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Davó estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Netanya lida com um homem que quer outro país.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Netanya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Román Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Grigory Morozov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matheus Davó. 1‑0 sobre o Hapoel Tel Aviv, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
7.61, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Román Gómez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel08/02/2027
Elad Madmon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Maccabi Netanya joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Maccabi Netanya fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Maxim Plakushchenko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Jogo30/01/2027
O Maccabi Netanya torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Direção01/02/2027
O Maccabi Netanya fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Bnei Sakhnin fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Netanya lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Román Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Hapoel Tel Aviv por Silva Kani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Maccabi Netanya fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yagel Tarshish e o Maccabi Haifa acertam mais 3 anos.
Avaliado com 7.92. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco25/01/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Eitan Benayoun foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O banco25/01/2027
Pedrão tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Netanya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Maccabi Netanya fez a parte difícil com o Londrina, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Maccabi Tel Aviv fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Nadav Niddam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Netanya já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Bnei Sakhnin fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Maccabi Netanya perguntou e o Ujpest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 7.16, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Felczer, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Dor Solomon sobre o empate
Notas dos jogadoresMatheus Davó passa por eles um de cada vez
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Netanya volta a uma lista com um nome riscado.
Nadav Niddam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Maccabi Tel Aviv vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Sagiv Jehezkel pré-acordou a mudança para o Maccabi Netanya, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Grigory Morozov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Plantel28/12/2026
Daniel Felczer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Dor Solomon a uma sala que já as tinha ouvido.
9 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dolev Haziza: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Netanya a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Eliminado, 0‑1 com o Maccabi Tel Aviv, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Maxim Plakushchenko. 1‑0 sobre o Hapoel Kfar Saba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Felczer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Dor Solomon podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Maccabi Netanya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Felczer estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Dor Solomon foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denis Kulikov, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresMatheus Davó podia ter feito três
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Netanya sabem-no.
O Maccabi Netanya torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Dor Solomon sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Maccabi Netanya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aziz Ouattara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aziz Ouattara, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Dor Solomon depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Maxim Plakushchenko pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dor Hugi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Netanya a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Netanya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 12 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Maccabi Netanya até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Grêmio fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Maccabi Netanya vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Bnei Sakhnin pode já não estar a vender.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
A capitania foi retirada a Maxim Plakushchenko. O Maccabi Netanya vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
Segue-se o Maccabi Haifa, e há um homem no balneário do Maccabi Netanya que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
MercadoA história de Dolev Haziza recusa-se a morrer
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Netanya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Maccabi Netanya fez a parte difícil com o Bnei Sakhnin, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Flamengo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Maccabi Netanya perguntou e o Hapoel Tel Aviv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.