Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Eliminado, 0‑1 com o Maccabi Tel Aviv, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 81 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
25 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Maccabi Haifa estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amit Ohana produziu-o, e o 8.89 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Beer Sheva podem fingir não ter ouvido.
Yoan Stoyanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 2‑0 sobre o Hapoel Tel Aviv, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Toda a gente deixou de fingir: o Hapoel Raanana vai fazer a chamada por Roey Magor esta semana. O Hapoel Beer Sheva tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Yoan Stoyanov
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Beer Sheva pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Hapoel Haifa por Máximo Casalnuovo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Beer Sheva coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ventura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.84 na ficha, e os adeptos do Hapoel Beer Sheva saíram a repetir um nome.
Plantel16/01/2034
Bater Niv Eliasi tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
8 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
A proposta do Beitar Jerusalem por Julián Moya foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.89 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Beer Sheva pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dan Biton e o Hapoel Beer Sheva acertam mais 2 anos.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Yoan Stoyanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Beer Sheva coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ventura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amit Ohana, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hapoel Beer Sheva sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresAmir Ganah tinha sempre o passe