Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dor Hugi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco11/10/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Guy Peretz saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maor Levi está nela.
Samu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel20/09/2027
Nadav Niddam melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Beitar Jerusalem; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Vejo todos os jogos do Maccabi Netanya daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Raanana segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Netanya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Netanya podem fingir não ter ouvido.
1 para Maor Levi, avaliado com 6.36, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A forma vai e vem; esta não foi. Denis Kulikov tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel13/09/2027
Wylan Cyprien melhorou aos 32, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Davó está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Copenhagen fica com o seu homem, e o Maccabi Netanya volta a uma lista com um nome riscado.
Samu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dor Weissman tem a sua resposta do Maccabi Netanya; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Segue-se o Maccabi Petach Tikva, e há um homem no balneário do Maccabi Netanya que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
A proposta ficou muito aquém e em Maccabi Netanya não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel09/08/2027
Nadav Niddam melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Samu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dor Hugi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Niv Antman e o Maccabi Netanya acertam mais 1 anos.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco09/08/2027
Maor Levi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Netanya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoLiran Sardal pede uma conversa com o treinador
Nadav Niddam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/07/2027
Dor Hugi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Netanya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
A perseguição a Yoni Ferber terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Hapoel Tel Aviv sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nadav Niddam e o Maccabi Netanya acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nadav Niddam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dor Hugi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maor Levi está nela.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Maccabi Netanya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aziz Ouattara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
13 balizas a zeros em 20 jogos por empréstimo. Quem for titular na primeira jornada terá de o ter merecido, e isso é coisa que ninguém no Maccabi Netanya podia dizer em agosto passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Acre fica com o seu homem, e o Maccabi Netanya volta a uma lista com um nome riscado.
O treinador reorganizou as ideias e Amit Cohen saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
85 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Netanya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Netanya, e não vai ser retirado.
Aziz Ouattara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liran Sardal, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Netanya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Netanya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
78 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Netanya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Netanya podem fingir não ter ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maor Levi está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maor Levi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Netanya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Saba Khvadagiani lesiona os ligamentos do joelho — 86 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 86 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dor Hugi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados19/04/2027
O empréstimo de Tomer Litvinov mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 20 jogos no Bnei Yehuda. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Saba Khvadagiani lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maor Levi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Maccabi Netanya daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Bnei Sakhnin segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dor Hugi assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Netanya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Netanya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Netanya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aziz Ouattara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maor Levi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Tomer Zarfati está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Netanya, mais uma semana sem a assinatura de Samu.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Netanya podem fingir não ter ouvido.
Johnbosco Samuel Kalu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maor Levi, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maor Levi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matheus Davó. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Netanya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Tomer Zarfati pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Aziz Ouattara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Emprestados22/03/2027
O empréstimo de Tomer Litvinov mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 20 jogos no Bnei Yehuda. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maor Levi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Liran Sardal apontou a data.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dor Peretz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Netanya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Netanya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dor Hugi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maor Levi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Maccabi Netanya daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Bnei Sakhnin segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Netanya, mais uma semana sem a assinatura de Liran Sardal.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dor Hugi assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Netanya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Aziz Ouattara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Grigory Morozov e o Maccabi Netanya acertam mais 2 anos.
1 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Maccabi Netanya vai ter este mês.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Netanya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Aziz Ouattara pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maor Levi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Saba Khvadagiani está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Maor Levi tem a sua resposta do Maccabi Netanya; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Mercado01/03/2027
Tomer Zarfati regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
1 jogos e 0 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maor Levi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matheus Davó. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoLiran Sardal pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Netanya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wylan Cyprien, e o treinador deixou.
Segue-se o Bnei Yehuda, e há um homem no balneário do Maccabi Netanya que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matheus Davó. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.