Alan Kérouédan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryad Hachem, e o treinador deixou.
Plantel29/05/2028
No AS Nancy ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Mercado29/05/2028
Nada a mostrar do ano de Azamat Uriev fora de casa
3 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o AS Nancy vai ter este mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danilo Quaranta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Azamat Uriev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no AS Nancy admitiria. Nota-se aos sábados.
Benny e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do AS Nancy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Expérience está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zakaria Fdaouch, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maxime Leverbe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Nancy sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Enzo Tacafred pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Alan Kérouédan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pape Meïssa Bâ, e o treinador deixou.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do AS Nancy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aaron Meijers está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O AS Nancy vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maxime Leverbe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Nancy sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Enzo Basilio: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AS Nancy a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O AS Nancy não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Matteo Rover lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Reggiana, e não vai ser retirado.
Plantel02/08/2027
Uma transferência que Pablo Monje teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pablo Monje está a viver essa versão no Reggiana, e costuma notar-se no primeiro mês.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Reggiana fez a parte difícil com o Cittadella, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Manolo Portanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Cittadella queria mais do que $8.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Andrija Novaković está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Danilo Quaranta tem a sua resposta do Reggiana; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
29 jogos e 1 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Reggiana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Massimo Bertagnoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Reggiana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Andrija Novaković saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michele Cavion, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrea Seculin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Reggiana perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.09 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Cedric Gondo. 3‑1 sobre o Guidonia Montecelio, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Nota 8.35 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Reggiana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathis Lambourde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresCedric Gondo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Reggiana perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo16/01/2027
Ninguém quer jogar contra o Reggiana neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Reggiana fez a parte difícil com o Racing Santander, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cremonese fica com o seu homem, e o Reggiana volta a uma lista com um nome riscado.
Terminou 2‑0, e a tarde foi de Cedric Gondo: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Reggiana.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Reggiana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Massimo Bertagnoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Reggiana coisas que levam mais de uma semana a retirar.