40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dobrudzha perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dobrudzha falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
7 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 18 entradas, 18 saídas no Dobrudzha
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 18, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ludogorets ninguém diz, e no Dobrudzha ninguém gosta de estar a adivinhar.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dobrudzha perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Levski segue em frente e o Dobrudzha vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
As bancadas25/08/2031
Uma goleada na taça no Levski deixa o Dobrudzha a explicar-se
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dobrudzha, e não vai ser retirado.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dobrudzha perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dobrudzha fez a parte difícil com o Botev Vratsa, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dobrudzha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Dobrudzha
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dobrudzha perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel11/08/2031
99 dias de fora para Bruno Pinto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dobrudzha vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo09/08/2031
Não se vê o fim da espera do Dobrudzha por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Dobrudzha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Montassar Triki tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Spartak 1918 deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Slavia Sofia ninguém diz, e no Dobrudzha ninguém gosta de estar a adivinhar.
Bruno Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dobrudzha perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dobrudzha falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dobrudzha podem fingir não ter ouvido.
Bruno Pinto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/08/2031
Montassar Triki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ludogorets fica com o seu homem, e o Dobrudzha volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alessandro Farroni, e o treinador deixou.
113 dias de fora para Bruno Pinto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dobrudzha vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dobrudzha perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Derrota por 0‑6 com o Lokomotiv Plovdiv, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo26/07/2031
Não se vê o fim da espera do Dobrudzha por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Dobrudzha tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dobrudzha, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel14/07/2031
127 dias de fora para Bruno Pinto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dobrudzha vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dobrudzha perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Valentin Dimitrov e o Dobrudzha acertam mais 3 anos.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Valentin Dimitrov volta a ser jogador do Dobrudzha, e a cidade tem a sua história do verão.
Bruno Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Dobrudzha perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Dobrudzha já telefonou ao Levski. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dobrudzha vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dobrudzha, e não vai ser retirado.
Estava tudo acordado com o Ludogorets, e então o médico falou. O Dobrudzha desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bruno Pinto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Pinto, e o treinador deixou.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Dobrudzha
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dobrudzha podem fingir não ter ouvido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dobrudzha vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dobrudzha fez a parte difícil com o Ludogorets, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anton Ivanov e o Dobrudzha acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Montassar Triki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Sofia fica com o seu homem, e o Dobrudzha volta a uma lista com um nome riscado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bruno Pinto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dobrudzha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/06/2031
Palavras no treino do Dobrudzha sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Montassar Triki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dobrudzha já telefonou ao Lokomotiv Sofia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Dobrudzha
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/04/2031
Montassar Triki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dobrudzha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dobrudzha. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dobrudzha pode pedir e sobe o salário que Guga pode exigir.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/03/2031
Palavras no treino do Dobrudzha sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Montassar Triki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dobrudzha falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 17 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
1‑3 para o Septemvri, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel10/02/2031
Bruno Pinto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Dobrudzha perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Alvos de mercadoO mercado fecha em cima do negócio de Danail Bojinov
Notas dos jogadoresCelso Sidney jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yulian Gilov pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
11 golos num jogo, Ivaylo Mihaylov na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Dobrudzha nem ao Ludogorets.
Em resumo
PlantelMontassar Triki desentende-se com um colega por causa das exigências
1‑8 para o Botev Plovdiv, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O Dobrudzha perguntou e o Botev Plovdiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dobrudzha, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dobrudzha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Dobrudzha e do Botev Plovdiv por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Montassar Triki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alvos de mercado13/01/2031
$420.0K põem os clubes de acordo sobre Ryan Hedges
O Ludogorets aceitou o dinheiro. O que o Dobrudzha ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dobrudzha podem fingir não ter ouvido.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/01/2031
Palavras no treino do Dobrudzha sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Montassar Triki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Marco Silvestri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
O banco17/06/2030
Marco Silvestri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Catanzaro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Navin Malysh treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Catanzaro. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nicola Mosti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dorin Ratiu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Catanzaro ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Costantino Favasuli assinar alguma coisa — um contrato no Catanzaro ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Catanzaro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Catanzaro falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Catanzaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jérémie Boga. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marco Bevilacqua e o Catanzaro acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Marco Silvestri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresSebastián Prieto passa por eles um de cada vez
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Catanzaro vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.45, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores15/04/2030
Jérémie Boga, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.05
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.05 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Catanzaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já ia em 6 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
Plantel15/04/2030
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Samuel Giovane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Catanzaro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marco Silvestri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/03/2030
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Samuel Giovane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Catanzaro sabe dizer em que semana.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Catanzaro foi explícito quanto à situação de Navin Malysh, o que é mais do que muitos recebem.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Alessandro Farroni.
Disseram uma coisa a Dinis Rodrigues e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoo treinador enfrenta as perguntas
MercadoTommaso Vannucchi regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
Marco Silvestri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Virtus Entella levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel11/03/2030
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dorin Ratiu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Catanzaro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Tokyo segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco11/03/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 o treinador saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Catanzaro disse a Navin Malysh que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Jérémie Boga não desaparece
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Catanzaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/03/2030
Samuel Giovane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Plantel04/03/2030
6 caras novas e o Catanzaro ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Jérémie Boga, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.83
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Arditi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Catanzaro as despedidas começaram em silêncio.
Marco Silvestri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Empoli levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel18/02/2030
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dorin Ratiu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção18/02/2030
Os salários engolem 118% das receitas do Catanzaro
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco18/02/2030
o treinador enfrenta as perguntas
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” o treinador depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Catanzaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Navin Malysh agiu, no Catanzaro, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel11/02/2030
Samuel Giovane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Catanzaro, e 1 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco11/02/2030
Um o treinador satisfeito
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, o treinador podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O Catanzaro fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Marco Silvestri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/02/2030
Samuel Giovane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Catanzaro perguntou e o AC Milan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Catanzaro disse a Marco Silvestri que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nota 7.50 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Catanzaro, o melhor em campo era deles.
Plantel04/02/2030
No Catanzaro ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Gabriele Alesi está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Catanzaro já se começa a dizer o nome dele no passado.
Marco Silvestri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Catanzaro perguntou e o Cremonese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um 1‑0 sobre o Reggiana, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel28/01/2030
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dorin Ratiu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.31 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Catanzaro sabem-no.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Catanzaro já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Catanzaro, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Catanzaro fez a parte difícil com o Palermo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Raul Tassoni pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Marco Silvestri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Direção21/01/2030
Os salários engolem 119% das receitas do Catanzaro
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Catanzaro, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Catanzaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Catanzaro e do Pisa por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Leonardo Dainesi agiu, no Catanzaro, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel14/01/2030
Samuel Giovane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Reggiana fica com o seu homem, e o Catanzaro volta a uma lista com um nome riscado.
Notas dos jogadores14/01/2030
Gabriele Alesi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.21. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Vejo todos os jogos do Catanzaro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Tokyo segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Catanzaro beneficiou disso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Catanzaro podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marco Silvestri e o Catanzaro acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nicola Mosti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AC Milan fica com o seu homem, e o Catanzaro volta a uma lista com um nome riscado.
Jérémie Boga ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 90. Jérémie Boga encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Bari passou do ponto ao nada num só movimento.
Notas dos jogadores31/12/2029
Jérémie Boga, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.56
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.56 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Marco Silvestri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jérémie Boga. 3‑1 sobre o Bari, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Marco Silvestri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores24/12/2029
Jérémie Boga fez o trabalho que ninguém conta — 7.37
14 ações combinadas e 7.37. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Plantel24/12/2029
Dorin Ratiu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Catanzaro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Siracusa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Catanzaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jérémie Boga. 1‑0 sobre o Cremonese, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel17/12/2029
Dorin Ratiu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Catanzaro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Tokyo segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Marco Silvestri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Juve Stabia levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco10/12/2029
o treinador enfrenta as perguntas
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” o treinador depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Catanzaro disse a Gabriele Alesi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Jérémie Boga não desaparece
Marco Silvestri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/12/2029
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Samuel Giovane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores03/12/2029
Jérémie Boga jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.41. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Catanzaro disse a Costantino Favasuli que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Catanzaro, e não vai ser retirado.
Marco Silvestri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Marco Bevilacqua marcou, e pouco mais correu bem: 1‑3 para o Pescara, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel26/11/2029
Dorin Ratiu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção26/11/2029
Os salários engolem 117% das receitas do Catanzaro
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Vejo todos os jogos do Catanzaro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Siracusa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco26/11/2029
o treinador: “Sem desculpas”
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
O bancoMarco Silvestri tornou-se um homem de confiança do treinador
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuel Giovane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Catanzaro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Tokyo segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco19/11/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 o treinador saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Catanzaro, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Marco Silvestri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/11/2029
Samuel Giovane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco12/11/2029
o treinador: “Temos de ser melhores”
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriel Arditi está nela.
O Avellino segue em frente e o Catanzaro vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mattia Simeone não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Marco Silvestri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Jogo03/11/2029
O Catanzaro torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jérémie Boga. 1‑0 sobre o Mantova, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.38, e nem uma objeção no estádio.
Plantel05/11/2029
Palavras no treino do Catanzaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dorin Ratiu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.