84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hapoel Kiryat Shmona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Ben Vahaba acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hapoel Kiryat Shmona substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Hapoel Haifa passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Em resumo
Notas dos jogadoresThulani Mabaso em notas de excelência
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mohamed Ibrahim está a viver essa versão no Hapoel Kiryat Shmona, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nemanja Ljubisavljević assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Kiryat Shmona ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Kiryat Shmona tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Kiryat Shmona podem fingir não ter ouvido.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gil Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Hapoel Kiryat Shmona daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Aktobe segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hapoel Kiryat Shmona falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Kiryat Shmona tem de arrancar um resultado de algum lado.
Uma média de 7.53 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hapoel Kiryat Shmona falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelGil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hapoel Kiryat Shmona falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Kiryat Shmona tem de arrancar um resultado de algum lado.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gil Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hapoel Kiryat Shmona, e 1 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nemanja Ljubisavljević. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Vavá Guerreiro não conseguiu
Notas dos jogadoresRotem Hatuel muda tudo do banco
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gil Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel20/11/2028
Kosuke Nakamura tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Kiryat Shmona dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hapoel Kiryat Shmona sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Avaliado com 5.56. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cristian Martínez produziu-o, e o 9.28 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Hapoel Kiryat Shmona e do Maccabi Haifa por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel13/11/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.44 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gil Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Adrián Ugarriza. 2‑1 sobre o Hapoel Raanana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Kiryat Shmona tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Aviv Avraham compromete-se com o Hapoel Kiryat Shmona por mais 2 anos.
Plantel02/10/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Kiryat Shmona, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Kiryat Shmona pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/09/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores18/09/2028
Adrián Ugarriza jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.76. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Amit Glazer. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gil Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kosuke Nakamura, e o treinador deixou.
Uma exibição de 8.76 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel04/09/2028
Yahav Afriat melhorou aos 31, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Kiryat Shmona pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Direção28/08/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Hapoel Kiryat Shmona
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Joshua Lakkis acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hapoel Kiryat Shmona substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Dor Refaelov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Basam Za'arura lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/07/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nemanja Ljubisavljević assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Kiryat Shmona ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hapoel Kiryat Shmona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hapoel Kiryat Shmona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kosuke Nakamura e o Hapoel Kiryat Shmona acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelGil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/03/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/02/2028
Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Hapoel Kiryat Shmona daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Maccabi Netanya segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Kiryat Shmona tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Kiryat Shmona podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Hapoel Kiryat Shmona nada responderam, o que também é uma resposta.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $3.7M por Gil Cohen, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amit Glazer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma exibição de 8.44 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel10/01/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kosuke Nakamura
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
1‑5 para o Hapoel Tel Aviv, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A proposta do Maccabi Haifa por Adrián Ugarriza foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Hapoel Kiryat Shmona beneficiou disso.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Hapoel Kiryat Shmona e do Hapoel Tel Aviv por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amit Glazer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Kiryat Shmona tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores27/12/2027
Basam Za'arura jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.25. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ariel Sheratzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Eliminado, 1‑1 com o Maccabi Haifa, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
21 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Plantel20/12/2027
Basam Za'arura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adrián Ugarriza, e o treinador deixou.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel06/12/2027
Ariel Sheratzky desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hapoel Kiryat Shmona, e 1 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Adrián Ugarriza
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
27 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
22 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amit Glazer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Plantel22/11/2027
Kosuke Nakamura tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Kiryat Shmona dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Amit Glazer recusa-se a morrer
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Hapoel Kiryat Shmona nada responderam, o que também é uma resposta.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores15/11/2027
Mor Buskila jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.79. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ariel Sheratzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shay Ben-David está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresBasam Za'arura encarou-os todo o jogo
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel11/10/2027
Basam Za'arura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mor Buskila tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kosuke Nakamura, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Kiryat Shmona pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kosuke Nakamura e o Hapoel Kiryat Shmona acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Kiryat Shmona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cristian Martínez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Yahav Afriat lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Plantel06/09/2027
Uma transferência que Basam Za'arura teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Basam Za'arura está a viver essa versão no Hapoel Kiryat Shmona, e costuma notar-se no primeiro mês.
26 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Yahav Afriat lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Cristian Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Amit Arazi do Maccabi Haifa por $500.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Rotem Hatuel no seu melhor