55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Flamurtari podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Luftëtari à espera com uma camisola. No Flamurtari ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Mercado23/08/2027
Tão perto: a transferência de Pereowei Magbisa morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Teuta Durrës seguiu em frente, Pereowei Magbisa apresenta-se de volta no Flamurtari, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
A proposta do Luftëtari por Bjori Doku foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stivian Janku está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emiljano Oshafi, e o treinador deixou.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Flamurtari perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Flamurtari ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Freeman Pius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/08/2027
Stivian Janku desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco02/08/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Klevi Ajazi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Vila, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Lorenc Trashi recusa-se a morrer
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Vllaznia Shkodër à espera com uma camisola. No Flamurtari ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jacques Mbé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/07/2027
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Flamurtari sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
4.º lugar com 35 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Em resumo
O bancoHetem Lushaj pede uma conversa com o treinador
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Flamurtari perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Luftëtari por Bjori Doku foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lorenc Trashi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Flamurtari sabem-no.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Fjoraldo Bejdollari e o Flamurtari acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
O banco05/07/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Klevi Ajazi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
111 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Flamurtari perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Flamurtari, e não vai ser retirado.
A proposta ficou muito aquém e em Flamurtari não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais um nome na lista: o Teuta Durrës fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ariol Kaloshi. A resposta do Flamurtari não mudou — para já.
Alex Peralta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bjori Doku, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Flamurtari sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Flamurtari terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Cristian Núñez lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e William Baeten estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Flamurtari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Flamurtari, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Besa Kavajë à espera com uma camisola. No Flamurtari ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Flamurtari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Chantakias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Flamurtari sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
4.º lugar, 35 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Flamurtari admitiria. Nota-se aos sábados.
135 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Flamurtari ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Jacques Mbé e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/06/2027
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Flamurtari foi explícito quanto à situação de Pereowei Magbisa, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Freeman Pius, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Flamurtari sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
4.º lugar com 35 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Flamurtari, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jacques Mbé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Chantakias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hetem Lushaj, e o treinador deixou.
O banco12/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Klevi Ajazi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Todor Todoroski. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bjori Doku será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamurtari as despedidas começaram em silêncio.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA história de Jacques Mbé recusa-se a morrer
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ariol Kaloshi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamurtari as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Flamurtari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dimitris Chantakias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Redi Kasa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Flamurtari já falam dele no passado.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Flamurtari sabem-no.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Flamurtari ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lorenc Trashi e o Flamurtari acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Flamurtari sabem-no.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
0 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Flamurtari vai ter este mês.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Flamurtari, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenc Trashi assinar alguma coisa — um contrato no Flamurtari ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
3 golos em 13 jogos no Laçi — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Flamurtari alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ariol Kaloshi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamurtari as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Flamurtari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e William Baeten estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hetem Lushaj, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Redi Kasa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Freeman Pius treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jacques Mbé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. William Baeten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Flamurtari admitiria. Nota-se aos sábados.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Flamurtari podem fingir não ter ouvido.
Jacques Mbé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Chantakias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eslit Sala será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamurtari as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/12/2026
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Empate aos 88 minutos, depois de uma tarde que o Flamurtari tinha praticamente arrumada. O Dinamo City vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Hetem Lushaj.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Emiljano Gjoshi não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Flamurtari também ninguém o escondia.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Léo Melo não será o apontado, mas ninguém no Flamurtari escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jacques Mbé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/11/2026
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Freeman Pius, e o treinador deixou.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Flamurtari, e não vai ser retirado.
Jogo31/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Flamurtari neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Flamurtari não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Plantel02/11/2026
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Todor Todoroski sai dessa comparação dentro da equipa, e o Flamurtari beneficiou de cada uma dessas tardes.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Flamurtari perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eslit Sala será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamurtari as despedidas começaram em silêncio.
Freeman Pius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Léo Melo. 2‑0 sobre o Bylis, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Momčilo Rašo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Emiljano Gjoshi sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Flamurtari perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
16 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
O Vora obrigou o Flamurtari a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.
Plantel19/10/2026
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Emiljano Gjoshi sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Blerim Kotobelli lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑2 frente ao Dinamo City, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Flamurtari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cristian Núñez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 2‑0 sobre o Partizani Tirana, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Flamurtari perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Korabi Peshkopi à espera com uma camisola. No Flamurtari ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
7.76, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bjori Doku será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamurtari as despedidas começaram em silêncio.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Flamurtari sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Momčilo Rašo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
102 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Flamurtari perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Flamurtari podem fingir não ter ouvido.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 8 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Flamurtari até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O nome de Eslit Sala apareceu em conversas de que o Flamurtari não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel07/09/2026
William Baeten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel07/09/2026
No Flamurtari ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O treinador reorganizou as ideias e Blerim Kotobelli saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Segue-se o Egnatia Rrogozhinë, e há um homem no balneário do Flamurtari que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.