Verba acordada, salário acordado, e o FC Fleury 91 à espera com uma camisola. No AS Saint-Etienne ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Olympique de Marseille pagou $4.2M e o AS Saint-Etienne aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O negócio com o Grenoble Foot 38 está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O AS Saint-Etienne foi ao Toulouse FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Paris FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
PlantelMahmoud Jaber desentende-se com um colega por causa das exigências
O Olympique de Marseille ofereceu $8.5M; o Hapoel Kfar Saba disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Olympique de Marseille foi ao Barnsley com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Olympique de Marseille perguntou e o Sochaux disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Aïmen Moueffek não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Aïmen Moueffek acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Saint-Etienne pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Disseram uma coisa a Vincent Viot e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Plantel31/05/2027
Aïmen Moueffek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Saint-Etienne, e não vai ser retirado.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maghnes Akliouche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AS Saint-Etienne disse a Maghnes Akliouche que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/04/2027
Maghnes Akliouche desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Saint-Etienne ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Strahinja Stojković e o AS Saint-Etienne acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Vejo todos os jogos do AS Saint-Etienne daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Taraz segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Miladinović, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no AS Saint-Etienne. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Saint-Etienne ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maghnes Akliouche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores12/04/2027
Amine Hemia jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Saint-Etienne fez a parte difícil com o MC Alger, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A perseguição a Antoine Rabillard terminou com $420.0K a mudar de mãos e o Le Mans FC sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O EA Guingamp fica com o seu homem, e o AS Saint-Etienne volta a uma lista com um nome riscado.
O golo que pôs o Grenoble Foot 38 na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o AS Saint-Etienne empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Disseram uma coisa a Ilan Kebbal e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao AS Saint-Etienne e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 13 no Taraz dizem o resto.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Julien Lefèvre a uma sala que já as tinha ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Saint-Etienne foi explícito quanto à situação de Aïmen Moueffek, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresLucas Stassin encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Adama Niane e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Miladinović, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no AS Saint-Etienne. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Stassin assinar alguma coisa — um contrato no AS Saint-Etienne ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Está no 4.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 12, saíram 32, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta do Amiens SC por Gautier Larsonneur foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Lucas Stassin sai dessa comparação dentro da equipa, e o AS Saint-Etienne beneficiou de cada uma dessas tardes.