1‑0 frente ao LOSC Lille, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Gonçalo Sousa está no centro dessa descrição.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.92 para o resto.
Aurélien Tchouaméni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Köln ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Köln coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/11/2035
Clement Bischoff desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada na semana que aí vem é normal. O Borussia Mönchengladbach no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
O banco26/11/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Gabriel Ribeiro saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco26/11/2035
Romano Schmid tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Köln dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Köln ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
14 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel23/04/2035
Nathan Ngoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Leonardo Vonić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoLoïc Badé pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Köln, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Köln coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Clement Bischoff está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Köln ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Loïc Badé, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxi Oyedele será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Köln as despedidas começaram em silêncio.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jan Thielmann esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Thierno Baldé pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel26/02/2035
Clement Bischoff desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.20 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Ngoy, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o SV Elversberg à espera com uma camisola. No Köln ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Loïc Badé, e desta vez do outro lado está o VfB Stuttgart. No Köln ouvem com educação e não prometem nada.
Direção05/02/2035
O Köln fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 9 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Loïc Badé e o Köln acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel05/02/2035
Clement Bischoff desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Köln já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxi Oyedele será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Köln as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Jogo27/01/2035
O Köln torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O VfB Stuttgart vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Linus Gechter pré-acordou a mudança para o Köln, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Evan N'Dicka, e o treinador deixou.
Antonio Nusa lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Hamburger SV à espera com uma camisola. No Bayer Leverkusen ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jovan Milošević agiu, no Bayer Leverkusen, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Posição 3, 36 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A perseguição a Kadan Young terminou com $5.7M a mudar de mãos e o RB Leipzig sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bayer Leverkusen ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Bayer Leverkusen ofereceu $1.1M; o Köln disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Köln já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no RB Leipzig ninguém diz, e no Köln ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Clement Bischoff está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o Köln volta a uma lista com um nome riscado.
Antonio Nusa lesiona os ligamentos do joelho — 133 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 133 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta seguiu esta semana para o Sunderland, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O aperto de mão com o RB Leipzig está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o Bayer Leverkusen volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Danila Kozlov terminou com $14.0M a mudar de mãos e o Dynamo Dresden sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bayer Leverkusen já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Mainz 05 por Jaydee Canvot foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Bayer Leverkusen foi ao RB Leipzig com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Borussia Mönchengladbach paga $5.6M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
A proposta do Valladolid por Gorka Carrera foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Köln, e não vai ser retirado.
Noah Atubolu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Leonardo Vonić acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Köln substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 2‑1, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clement Bischoff estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adrian Blake esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Köln, mais uma semana sem a assinatura de Clement Bischoff.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Köln perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Babis Kostoulas quer futebol continental; se o Köln o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Clement Bischoff está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jakub Stolarczyk e o Köln acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Noah Atubolu. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Rudy Matondo agarrou este contra o Holstein Kiel. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Köln.
Plantel13/11/2034
Marcel Brandt lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxi Oyedele será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Köln as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Köln lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Noah Atubolu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clement Bischoff estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 9 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Verba acordada, salário acordado, e o Slovan Liberec à espera com uma camisola. No Köln ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Köln ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakub Stolarczyk estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Erick Marcus treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Köln falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Köln lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Köln perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gorka Carrera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gorka Carrera, e o treinador deixou.
Mees Eppink esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Köln
O bancoLoïc Badé tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roony Bardghji será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Köln as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Köln perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Plantel03/07/2034
49 dias de fora para Kevin Huber depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Köln vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Borussia Dortmund paga $5.4M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Loïc Badé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Köln perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Köln sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o SC Paderborn à espera com uma camisola. No Köln ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Köln falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyanda Ndlovu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Köln as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Köln fez a parte difícil com o Dinamo Zagreb, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Siyanda Ndlovu pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gorka Carrera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoLoïc Badé pede uma conversa com o treinador
Verba acordada, salário acordado, e o Greuther Fürth à espera com uma camisola. No Köln ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Köln e o RB Leipzig acertaram em $2.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Loïc Badé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O SC Paderborn fica com o seu homem, e o Köln volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Romano Schmid está nela.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ousmane Diomande está em marcha
O Köln e o SC Paderborn acertaram em $1.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francesco Gasparello será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Köln as despedidas começaram em silêncio.
Siyanda Ndlovu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Dynamo Dresden vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Youte pré-acordou a mudança para o Köln, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Köln sobre quem trabalha
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Köln ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Köln estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
As regras permitem-no e dói na mesma. Francesco Gasparello acertou condições com o Dynamo Dresden para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alessandro Circati, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.