A verba é $750.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Stade de Reims negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leonardo Balerdi quer futebol continental; se o Olympique de Marseille o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Alexandre Olliero está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
O AS Saint-Etienne queria mais do que $20.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Myron Boadu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
$20.0K em cima da mesa do AS Saint-Etienne. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Tadjidine Mmadi parte para o FC Lorient num negócio de $560.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel19/07/2027
Igor Paixão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Angel Gomes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco19/07/2027
Anatolii Trubin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Igor Paixão assinar alguma coisa — um contrato no Olympique de Marseille ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Olympique de Marseille gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Olympique de Marseille. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Allan Tchaptchet treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoAlexi Koum colocado na lista de transferências
4.º lugar com 60 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Igor Paixão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Allan Tchaptchet e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
14 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
17 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pierre-Emile Højbjerg está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Igor Paixão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Allan Tchaptchet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Denis Blanc podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Igor Paixão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pladi Nzinga-Pambani e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos.
Sacha Lung e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Olympique de Marseille tem de arrancar um resultado de algum lado.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Allan Tchaptchet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kingsley Coman está nela.
O Olympique de Marseille ofereceu $9.6M; o FC Lorient disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta do Hapoel Tel Aviv por Folarin Balogun foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Folarin Balogun acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel25/01/2027
Igor Paixão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Derrota por 0‑2 com o Olympique Lyonnais no único jogo que nunca é só um jogo. No trabalho, na escola, no café — desta não haverá como fugir esta semana.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $13.7M porque Maxence Caqueret é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Maxence Caqueret agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Olympique de Marseille vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O banco18/01/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Denis Blanc saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olympique de Marseille perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Como, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Thierno Baldé terminou com $6.8M a mudar de mãos e o ESTAC Troyes sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A proposta seguiu esta semana para o Monaco, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel11/01/2027
Uma transferência que Thierno Baldé teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Thierno Baldé está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Grenoble Foot 38 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
As bancadas11/01/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Allan Tchaptchet por $930.0K
Vai para o Olympique de Marseille, o clube tem $930.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Grenoble Foot 38 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yadaly Diaby pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Olympique de Marseille paga $930.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
O aperto de mão com o ESTAC Troyes está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympique de Marseille ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Olympique de Marseille foi ao Grenoble Foot 38 com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Nantes fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yadaly Diaby será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Grenoble Foot 38 as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Grenoble Foot 38 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Grenoble Foot 38 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Grenoble Foot 38 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jessy Benet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Marcel Deschamps podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Segue-se o Montpellier HSC, e há um homem no balneário do Grenoble Foot 38 que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O banco26/10/2026
Mamady Bangré tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Grenoble Foot 38 dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Moussa Djitté e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
Plantel12/10/2026
Yadaly Diaby desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Clermont Foot, e há um homem no balneário do Grenoble Foot 38 que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Mamady Bangré marcou ao minuto 87, o Stade de Reims já pensava na viagem de regresso, e o Grenoble Foot 38 levou tudo.
Alan Kérouédan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jessy Benet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Marcel Deschamps podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.