Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Saint-Etienne já se começa a dizer o nome dele no passado.
O AS Saint-Etienne foi ao Angers SCO com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $611.9K — um clube que quer Harouna Djibirin ao ponto de perguntar duas vezes.
O AS Saint-Etienne foi ao Paris FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AS Saint-Etienne perguntou e o LOSC Lille disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No AS Saint-Etienne vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Saint-Etienne pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maghnes Akliouche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Florian Tardieu, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Amine Hemia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Saint-Etienne, e não vai ser retirado.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maghnes Akliouche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AS Saint-Etienne disse a Maghnes Akliouche que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Saint-Etienne sabem-no.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Saint-Etienne sabe dizer em que semana.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 5 jogos em 16 dizem que merece ser ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Lefèvre depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Disseram uma coisa a Ilan Kebbal e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao AS Saint-Etienne e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 13 no Taraz dizem o resto.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Julien Lefèvre a uma sala que já as tinha ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Saint-Etienne foi explícito quanto à situação de Aïmen Moueffek, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresLucas Stassin encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lassana Traoré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Lefèvre depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o EA Guingamp.
37 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AS Saint-Etienne disse a Ilan Kebbal que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Maxime Bernauer: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AS Saint-Etienne a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karim Cissé está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maxime Bernauer apontou a data.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lucas Stassin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se, fora, o Le Mans FC, 5.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Julien Lefèvre podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
Notas dos jogadoresIlan Kebbal encarou-os todo o jogo
58 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Saint-Etienne tem de arrancar um resultado de algum lado.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Marius Noubissi pôs o AS Saint-Etienne de novo em igualdade em 2 minutos, e o ESTAC Troyes nunca chegou a jogar com vantagem.
Disseram uma coisa a Julien Le Cardinal e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Gautier Larsonneur sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
66 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Julien Lefèvre escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
13 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djylian N'Guessan, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel19/10/2026
João Ferreira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do AS Saint-Etienne daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Quevilly-Rouen segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Julien Lefèvre a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Beres Owusu, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Adama Niane e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Miladinović, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no AS Saint-Etienne. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Stassin assinar alguma coisa — um contrato no AS Saint-Etienne ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Está no 4.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
91 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Julien Le Cardinal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilan Kebbal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Lefèvre depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
$26.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Galatasaray pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Saint-Etienne já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Samuel Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Julien Lefèvre depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o AS Saint-Etienne joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O AS Saint-Etienne marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $9.4M porque Ilan Kebbal é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Lucas Stassin não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Julien Le Cardinal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/08/2026
Uma transferência que Samuel Loric teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Samuel Loric está a viver essa versão no AS Saint-Etienne, e costuma notar-se no primeiro mês.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O AS Saint-Etienne nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
As bancadas17/08/2026
O AS Saint-Etienne gasta $9.4M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $9.4M por Ilan Kebbal, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.