Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dorados falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 17 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haret Ortega estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Chiapas vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Luis Alberto Lozoya pré-acordou a mudança para o Dorados, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dorados joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edson Gutiérrez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dorados vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dionicio Escalante será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dorados as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel05/06/2028
Danny Castro consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Danny Castro acabou de assinar pelo Dorados e, por uma vez, a resposta importava.
Kevin Escamilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos, média de 7.08, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dorados, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dorados falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção29/05/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Dorados
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alan Ramos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dorados as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Dorados vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dorados, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoTobías Modlin tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Simón Almeida treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dorados falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Luis Arteaga treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dionicio Escalante será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dorados as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luis Arcadio García e o Dorados acertam mais 2 anos.
Kevin Escamilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos, média de 7.08, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Em resumo
O bancoJuan Dinenno perde o treinador que acreditava nele
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dorados vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alan Ramos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dorados as despedidas começaram em silêncio.
Kevin Escamilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alfonso Sánchez, e o treinador deixou.
Plantel01/05/2028
Manuel Sánchez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Juan Dinenno está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Posição 17 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/04/2028
Manuel Sánchez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O nome de Héctor Holguín não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Dorados nada diz, o que já diz muito.
O banco17/04/2028
Daniel Haces tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dorados dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dionicio Escalante será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dorados as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Kevin Escamilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos, média de 7.08, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel10/04/2028
Haret Ortega desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edson Gutiérrez, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alan Ramos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dorados as despedidas começaram em silêncio.
Kevin Escamilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haret Ortega está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haret Ortega está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dorados, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 15 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Kevin Escamilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.08 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dorados têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Plantel13/03/2028
Haret Ortega desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 7.85, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jogo04/03/2028
Não se vê o fim da espera do Dorados por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Dorados tem de arrancar um resultado de algum lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Héctor Holguín e o Dorados acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Kevin Escamilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Dorados
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
0‑3 para o Toluca, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Kevin Escamilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haret Ortega estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dorados podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores14/02/2028
Juan Dinenno, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.96
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Kevin Escamilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dorados sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Dorados sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Em resumo
O bancoA vista do banco
PlantelPalavras no treino do Dorados sobre quem trabalha
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Dorados está a esgotar-se.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kevin Escamilla marcou, foi avaliado com 7.40 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 3 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Dorados até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dorados ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kevin Escamilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haret Ortega estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta do Puebla por Salvador Manríquez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kevin Escamilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dorados ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kevin Escamilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haret Ortega está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.06 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dorados têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel García está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco20/12/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Luis Arteaga saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Já são 11 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel13/12/2027
David Osuna lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dorados podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores13/12/2027
Hugo Camberos, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.95
Um 7.95 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Kevin Escamilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
David Osuna lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dorados sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dorados podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores25/10/2027
Hugo Camberos, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.87
Um 7.87 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 20 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Erik Pimentel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haret Ortega estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 9.45, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Erik Pimentel e o Dorados acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Tijuana foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alfonso Luna, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDaniel García desentende-se com um colega por causa das exigências
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Alvos de mercado12/07/2027
$150.0K põem os clubes de acordo sobre Etsgar Cruz
O Club America aceitou o dinheiro. O que o Dorados ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pachuca fica com o seu homem, e o Dorados volta a uma lista com um nome riscado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dorados fez a parte difícil com o Queretaro, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Luis Arcadio García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/07/2027
Uma lesão muscular afasta Haret Ortega durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Dorados vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O Dorados ofereceu $13.0K; o Toluca disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Rico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O Santos Laguna aceitou o dinheiro. O que o Dorados ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A perseguição a Manuel Sánchez terminou com $160.0K a mudar de mãos e o Pumas UNAM sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Luis Arcadio García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Dorados vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abraham Flores estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Dorados. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dorados, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lizandro Echeverría apontou a data.
Em resumo
MercadoAlan Ramos colocado na lista de transferências
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Dorados está a esgotar-se.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abraham Flores estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Héctor Holguín assinar alguma coisa — um contrato no Dorados ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel17/05/2027
David Osuna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dorados. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Dorados a diferença vê-se da última fila.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Erik Pimentel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lizandro Echeverría estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dorados, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Héctor Holguín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Erik Pimentel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/04/2027
Tobías Modlin consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Tobías Modlin acabou de assinar pelo Dorados e, por uma vez, a resposta importava.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gabriel Corona passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jorge Lozano está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel12/04/2027
David Osuna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dorados joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Dorados
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Posição 17 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lizandro Echeverría está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dorados perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dionicio Escalante e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/03/2027
Mario Osuna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dorados perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 7.63, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mario Osuna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Josué Reyes, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4 para o Leon, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Erik Pimentel e o Dorados acertam mais 2 anos.
Erik Pimentel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas01/03/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Dorados
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Posição 17 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dorados coisas que levam mais de uma semana a retirar.
0‑2 para o Toluca, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel01/03/2027
Alfonso Sánchez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Vargas, e o treinador deixou.
30 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Chiapas foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dorados perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Erik Pimentel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/02/2027
Héctor Holguín desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jhon Acurio produziu-o, e o 9.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Luis Arcadio García e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Holguín está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dorados perguntou e o Boca Juniors disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Santos Laguna por Leonardo Vargas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sarmiento fica com o seu homem, e o Dorados volta a uma lista com um nome riscado.
Dionicio Escalante esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Juan Lainez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Christian Lozano está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A série chega a 28 e as perguntas em torno do Dorados já não são delicadas.
As bancadas01/02/2027
A raiva no Dorados transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dorados pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção01/02/2027
O Dorados fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Holguín está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Erik Pimentel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Héctor Holguín estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Héctor Holguín estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dionicio Escalante esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Cesar Alvarez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dorados, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores16/11/2026
Ángel Rico, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.04
Um 8.04 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Erik Pimentel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Galicia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dionicio Escalante, e o treinador deixou.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Notas dos jogadores05/10/2026
Hugo Camberos, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Erik Pimentel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Galicia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luis Carbajal e o Dorados acertam mais 1 anos.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Luis Arteaga depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.