Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Brann falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Felix Horn Myhre quer futebol continental; se o Brann o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ulrik Mathisen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vetle Dragsnes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Roy Warholm e o Brann acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brann perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ulrik Mathisen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ulrik Mathisen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Kristiansund defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ulrik Mathisen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Henrik Skogvold esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Henrik Skogvold. 2‑0 sobre o Molde, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Alexander Bjorkan sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Jacob Sørensen compromete-se com o Brann por mais 4 anos.
Plantel12/10/2026
Felix Horn Myhre desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brann coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Simen Vidtun Nilsen apontou a data.
4.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rasmus Holten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brann as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Joachim Soltvedt e o Brann acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felix Horn Myhre está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Henrik Skogvold está nela.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Brann já não são delicadas.
Plantel21/09/2026
Felix Horn Myhre desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bård Finne e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Alexander Bjorkan não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Brann também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Viking? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
O banco21/09/2026
Denzel De Roeve tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Brann dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Brann sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Vitória por 3‑1 sobre o Odd, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Eggert Aron Guðmundsson não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta ficou muito aquém e em Brann não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Mercado24/08/2026
Tão perto: a transferência de Joachim Soltvedt morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Kongsvinger seguiu em frente, Joachim Soltvedt apresenta-se de volta no Brann, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O relógio fez o que o Estrela da Amadora não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joachim Soltvedt acertou condições com o HamKam para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Brann perguntou e o Haugesund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Em resumo
PlantelFelix Horn Myhre desentende-se com um colega por causa das exigências