11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Valerenga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Valerenga ficou sem tempo com o Rosenborg. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel27/08/2029
Victor Halvorsen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém quer jogar contra o Rosenborg neste momento
23 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 8.23 na época, com 44 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Rosenborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Rosenborg
O Sandefjord vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Valerenga foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.48 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Anders Bærtelsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sandefjord fica com o seu homem, e o Valerenga volta a uma lista com um nome riscado.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Valerenga sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Andreas Nibe no seu melhor
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.31 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Valerenga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Valerenga perguntou e o Rosenborg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brice Ambina estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fredrik Haaland passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Henrik Linnes passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Magnus Lien passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Ninguém quer jogar contra o Rosenborg neste momento
19 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 8.04 na época, com 33 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Rosenborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
9 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
51 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Notas dos jogadores30/07/2029
Ollie Watkins, 33 anos, faz recuar o relógio — 10.00
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 10.00 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
O Valerenga e o Rosenborg acertaram em $410.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Valerenga, e não vai ser retirado.
Ghayas Zahid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/07/2029
Brice Ambina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Valerenga disse a Ghayas Zahid que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rosenborg perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo21/04/2029
Ninguém quer jogar contra o Rosenborg neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Oscar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/04/2029
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ollie Watkins está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Jaime Seoane no seu melhor
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rosenborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel05/03/2029
Uma transferência que Jesper Daland teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jesper Daland está a viver essa versão no Rosenborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosenborg, e não vai ser retirado.
O Rosenborg perguntou e o Viking disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Noah Sahsah volta a ser jogador do Rosenborg, e a cidade tem a sua história do verão.
Ollie Watkins e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/03/2029
Oscar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aslak Fonn Witry e o Rosenborg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Verba acordada, salário acordado, e o Stromsgodset à espera com uma camisola. No Rosenborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel19/02/2029
Uma transferência que Viljar Vevatne teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Viljar Vevatne está a viver essa versão no Rosenborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Viking fica com o seu homem, e o Rosenborg volta a uma lista com um nome riscado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rosenborg a ouviu como outra coisa.
Plantel19/02/2029
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaime Seoane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Mathias Kjølø.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rosenborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
A perseguição a Ruben Alte terminou com $4.1M a mudar de mãos e o Viking sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosenborg, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ruben Alte agiu, no Rosenborg, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bodo/Glimt fica com o seu homem, e o Rosenborg volta a uma lista com um nome riscado.
Ollie Watkins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/02/2029
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoDango Ouattara tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/01/2029
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ollie Watkins está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dango Ouattara está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mark Mampassi, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leopold Wahlstedt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rosenborg a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ollie Watkins estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco25/12/2028
Jaime Seoane tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rosenborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mathias Kjølø assinar alguma coisa — um contrato no Rosenborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
85 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rosenborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ollie Watkins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/11/2028
Oscar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesper Reitan-Sunde, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Simen Bolkan Nordli assinar alguma coisa — um contrato no Rosenborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ole Sæter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leopold Wahlstedt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Valerenga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Rosenborg por Håkon Sjåtil foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vegar Eggen Hedenstad pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Valerenga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Christian Djonda está a viver essa versão no Valerenga, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Viking fica com o seu homem, e o Valerenga volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elias Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Valerenga já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Valerenga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Haugesund fica com o seu homem, e o Valerenga volta a uma lista com um nome riscado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Valerenga a ouviu como outra coisa.
Plantel07/02/2028
Petter Strand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mathias Grundetjern, e o treinador deixou.
O Valerenga já telefonou ao Viking. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o Spartak Moscow, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rosenborg vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rosenborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Valerenga, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosenborg podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Stian Kristiansen, e desta vez do outro lado está o Valerenga. No Rosenborg ouvem com educação e não prometem nada.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Rosenborg