Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.31 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Turki Al-Madani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Três pontos para o Al-Shabab: um 2‑0 diante do Al-Fateh num duelo decidido por pormenores.
Plantel20/12/2032
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Batoum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Daniel Podence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel15/11/2032
Jean Batoum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Ali Azaizeh e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Sardorbek Erkinov tem a sua resposta do Al-Shabab; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al-Shabab admitiria. Nota-se aos sábados.
0‑3 para o Al-Ittihad, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Podence e o Al-Shabab acertam mais 2 anos.
Hamad Al-Khorayef e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Shabab vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jean Batoum pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Ibrahim Mahnashi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Mishal Saad: 4 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo18/09/2032
Não se vê o fim da espera do Al-Shabab por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Shabab tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.94 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 107. O Al-Orobah tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Shabab já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sardorbek Erkinov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Shabab as despedidas começaram em silêncio.
Toda a gente no Al-Shabab viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Ibrahim Mahnashi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Sardorbek Erkinov, e desta vez do outro lado está o Al-Fayha. No Al-Shabab ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel28/06/2032
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammed Al-Shanqiti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ibrahim Mahnashi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/06/2032
Jean Batoum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Hajer para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Younes El Bahraoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel12/04/2032
Thomas Partey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Shabab, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Shabab toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Podence e o Al-Shabab acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel05/04/2032
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammed Al-Shanqiti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Mohammed Al-Yami foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
8.º lugar com 32 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Younes El Bahraoui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2032
Thomas Partey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mubarak Al-Buainain, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Shabab, e 14 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Fawaz Al-Soqoor está de volta ao Al-Shabab, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammed Al-Shanqiti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Shabab perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Meshal Al-Alaeli, e desta vez do outro lado está o Al-Ahli. No Al-Shabab ouvem com educação e não prometem nada.
Younes El Bahraoui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
1‑3 para o Hajer, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel05/01/2032
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Matuq está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Abdullah Matuq esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Damac vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ammar Al-Ammar pré-acordou a mudança para o Al-Shabab, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Direção29/12/2031
Os salários engolem 147% das receitas do Al-Shabab
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulelah Al-Jaafari, e o treinador deixou.
O banco29/12/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Usman Abubakar produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.29 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nota de 7.99. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Abdullah Matuq e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 4‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.04 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Abdullah Matuq e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mubarak Al-Buainain, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ali Azaizeh agarrou este contra o Al-Fateh. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al-Shabab.
Jogo19/11/2031
Ali Azaizeh ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 109. Ali Azaizeh encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Al-Fateh passou do ponto ao nada num só movimento.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Al-Mhemaid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Shabab as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Daniel Podence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Younes El Bahraoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yahya Abu Dahi apontou a data.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Al-Shabab a diferença vê-se da última fila.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Plantel10/11/2031
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Matuq está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma exibição de 8.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco10/11/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Daniel Podence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Shabab, e 2 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O banco06/10/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel06/10/2031
6 caras novas e o Al-Shabab ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Younes El Bahraoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 14 ações, 6.69, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Matuq estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $161.8K do que o Al-Shabab pagou por Turki Al-Madani é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
A camisola ainda lhe serve. Hamad Al-Khorayef está de volta ao Al-Shabab, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Matuq estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adel Khadhari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel08/09/2031
No Al-Shabab ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Al-Sakakir, e o treinador deixou.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.27 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Shabab ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Mercado01/09/2031
Tão perto: a transferência de Muhammad Makbashi morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al-Nahda seguiu em frente, Muhammad Makbashi apresenta-se de volta no Al-Shabab, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Younes El Bahraoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Fayha à espera com uma camisola. No Al-Shabab ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Daniel Podence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/08/2031
Abdullah Matuq desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Shabab perguntou e o Al-Ettifaq disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Al-Shabab já telefonou ao Foolad. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco18/08/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Younes El Bahraoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Matuq estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Turki Al-Madani está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Shabab sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al-Shabab admitiria. Nota-se aos sábados.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Shabab. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O telefone voltou a tocar por causa de Jean Charles Ahoua, e desta vez do outro lado está o Al-Ittihad. No Al-Shabab ouvem com educação e não prometem nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Daniel Podence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Matuq estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Al-Ta'ee para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Al-Shabab já telefonou ao Colo-Colo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Shabab está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Younes El Bahraoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Matuq está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Daniel Podence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção12/05/2031
Os salários engolem 204% das receitas do Al-Shabab
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/05/2031
Mory Diaw tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulrahman Hazazi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Daniel Podence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Matuq estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al-Shabab pode pedir e sobe o salário que Ouanisse Bouzahzah pode exigir.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.31 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Muhammad Makbashi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Shabab as despedidas começaram em silêncio.
Younes El Bahraoui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Al-Shabab e o Al-Nassr, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ali Al-Sakakir acabou de assinar pelo Al-Shabab e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
As bancadas03/02/2031
Os adeptos organizam-se contra a direção do Al-Shabab
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Shabab toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $38.3K do que o Al-Shabab pagou por Abdullah Al-Mogren é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Podence e o Al-Shabab acertam mais 2 anos.
O Al-Wehda vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Shabab foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
A proposta do Al-Qadisiyah por Mukhtar Ali foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Younes El Bahraoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/01/2031
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Partey está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Al-Fayha vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jad Shibli pré-acordou a mudança para o Al-Shabab, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Riyadh fica com o seu homem, e o Al-Shabab volta a uma lista com um nome riscado.