«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vitoria Guimaraes podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Vitoria Guimaraes lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Óscar Rivas, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Samuel Martins depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoSamu tornou-se um homem de confiança do treinador
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Vitoria Guimaraes pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Victor Andersson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitoria Guimaraes as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Vitoria Guimaraes lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Keisuke Osako, e o treinador deixou.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Geindry Cuervo quer futebol continental; se o Vitoria Guimaraes o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitoria Guimaraes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Vitoria Guimaraes ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jaílson e o Vitoria Guimaraes acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miguel Maga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Vitoria Guimaraes disse a Arnel Jakupović que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitoria Guimaraes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gil Vicente fica com o seu homem, e o Vitoria Guimaraes volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tony Strata, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Angers SCO segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
Notas dos jogadoresUm momento caríssimo de Telmo Arcanjo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Telmo Arcanjo
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Vitoria Guimaraes já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Arezzo por João Carvalho foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Vitoria Guimaraes perguntou e o Atlético CP disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rafael Mendes passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Carlos Goncalves está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Uma sondagem ao Estoril Praia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jaílson está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitoria Guimaraes, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Vitoria Guimaraes volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Cruz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Vitoria Guimaraes lida com um homem que quer outro país.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Caldas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Samu está nela.
Mais um nome na lista: o Trofense fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre João Mendes. A resposta do Vitoria Guimaraes não mudou — para já.
Óscar Rivas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Barrenechea está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vitoria Guimaraes ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ninguém no Vitoria Guimaraes dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitoria Guimaraes, e não vai ser retirado.
Plantel24/05/2027
O veredicto de uma época sobre Kauã Elias: o melhor da sua idade
O Vitoria Guimaraes tem um jogador de 21 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kauã Elias e o Vitoria Guimaraes acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Cruz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Vitoria Guimaraes, e 9 jogos em 41 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ejike Opara será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitoria Guimaraes as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/05/2027
Marco Cruz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vitoria Guimaraes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Óscar Rivas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel26/04/2027
Marco Cruz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Óscar Rivas
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Vitoria Guimaraes terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Samu está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kauã Elias assinar alguma coisa — um contrato no Vitoria Guimaraes ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kauã Elias não precisou: 7.98, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitoria Guimaraes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Rivas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Cruz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.29, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores15/02/2027
Kauã Elias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.79
Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.06 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Vitoria Guimaraes têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
João Mendes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Juan Diego Castillo sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Atlético Goianiense segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
5‑0, e Kauã Elias ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Vitoria Guimaraes. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Notas dos jogadores18/01/2027
Kauã Elias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.66
Um 9.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Samu produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Santa Clara pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Vitoria Guimaraes sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Juan Diego Castillo e o Vitoria Guimaraes acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arnel Jakupović, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tony Strata estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Vitoria Guimaraes, e 3 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Samuel Martins, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
6‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.96 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.61, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Vitoria Guimaraes e o Slovan Liberec, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Amarante segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Juan Diego Castillo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel07/12/2026
Tony Strata desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Pierce Charles
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Samu tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Moreirense deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kauã Elias não precisou: 7.97, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Pierce Charles esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2‑2, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco23/11/2026
Beni Mukendi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Vitoria Guimaraes dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco23/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Miguel Maga
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
87 dias de fora para Jaílson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vitoria Guimaraes vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tony Strata e o Vitoria Guimaraes acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matija Mitrović, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco12/10/2026
Óscar Rivas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Vitoria Guimaraes dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Fernando Silva
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Miguel Nogueira não precisou: 7.81, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gustavo Silva. 2‑1 sobre o Rio Ave, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Miguel Nogueira tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tony Strata está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nélson Oliveira, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitoria Guimaraes, e não vai ser retirado.
A proposta do Benfica por Samu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
9 entradas e 9 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Grêmio fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Óscar Rivas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel07/09/2026
Tony Strata desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vitoria Guimaraes, mais uma semana sem a assinatura de Matheus Savio.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Vitoria Guimaraes joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O Shakhtar aceitou o dinheiro. O que o Vitoria Guimaraes ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O St. Louis CITY SC fica com o seu homem, e o Vitoria Guimaraes volta a uma lista com um nome riscado.
$860.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Porto pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Víctor Rofino agiu, no Vitoria Guimaraes, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Óscar Rivas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Sporting CP por Juan Diego Castillo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Patrick Ouotro não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $950.0K — um clube que quer Víctor Rofino ao ponto de perguntar duas vezes.
$910.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Leiria pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Óscar Rivas e o Vitoria Guimaraes acertam mais 3 anos.
João Mendes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Famalicao fica com o seu homem, e o Vitoria Guimaraes volta a uma lista com um nome riscado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gustavo Silva quer futebol continental; se o Vitoria Guimaraes o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Samu e o Vitoria Guimaraes acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lohann Doucet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vitoria Guimaraes, mais uma semana sem a assinatura de Matheus Savio.
Uma sondagem ao Manchester City para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.