A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Franco Pinho deixa o Rio Ave pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Sidney Lima
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francisco Petrasso, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelJakub Brabec não está a gostar da sua função
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e João Pedro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Sporting CP pagou $6.2M e o Rio Ave aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A verba é $2.4M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Santa Clara negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Fernando Santos tem 16 anos, e o Rio Ave contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Marco Dias tem 16 anos, e o Rio Ave contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rio Ave, e não vai ser retirado.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Marios Vrousai continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tamble Monteiro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Julien Lomboto tem a sua resposta do Rio Ave; o que fizer com ela é a história da próxima janela.