A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Bucharest perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $72.0K do que o Dinamo Bucharest pagou por Andrei Dumiter é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Davide Baroncioni está a viver essa versão no Dinamo Bucharest, e costuma notar-se no primeiro mês.
O negócio que levaria Simon Elisor para o UTA Arad caiu na fase final e ele reapresenta-se no Dinamo Bucharest com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
24 entradas e 35 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bakary Haïdara será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Bucharest as despedidas começaram em silêncio.
Cătălin Cîrjan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilfred George estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Universitatea Craiova à espera com uma camisola. No Dinamo Bucharest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Voluntari por Bakary Haïdara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Bucharest podem fingir não ter ouvido.
Cătălin Cîrjan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred George está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.23. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Verba acordada, salário acordado, e o Botosani à espera com uma camisola. No Hermannstadt ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hermannstadt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Bucharest fica com o seu homem, e o Hermannstadt volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Ciubotaru estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Hermannstadt à espera com uma camisola. No Dinamo Bucharest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Bucharest podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrei Dumiter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Bucharest as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Bucharest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cătălin Cîrjan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Dinamo Bucharest já trabalhou com Cătălin Cîrjan e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Serginho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Razvan Maxim lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hermannstadt podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o CSC Dumbrăvița à espera com uma camisola. No Hermannstadt ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Dinamo Bucharest está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vincent Blanchard será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hermannstadt as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo Bucharest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Bucharest já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Bucharest ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Bucharest a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Bucharest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/07/2032
Wilfred George desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Dinamo Bucharest já trabalhou com Cătălin Cîrjan e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
108 dias de fora para Cristian Man depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Bucharest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Bucharest já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Cătălin Cîrjan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilfred George estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Dinamo Bucharest já trabalhou com Cătălin Cîrjan e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Dinamo Bucharest estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cătălin Cîrjan quer futebol continental; se o Dinamo Bucharest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Szilárd Gyenge será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Bucharest as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Cătălin Cîrjan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred George está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoCătălin Cîrjan volta a ter um treinador que o conhece
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Bucharest ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel17/05/2032
Cătălin Cîrjan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Dinamo Bucharest já trabalhou com Cătălin Cîrjan e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
12 golos em 41 jogos no Corvinul Hunedoara — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Bucharest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Corvinul Hunedoara podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Corvinul Hunedoara pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Corvinul Hunedoara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Albino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Bucharest ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel19/04/2032
Uma transferência que Younes Zöllner teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Younes Zöllner está a viver essa versão no Dinamo Bucharest, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred George está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Dinamo Bucharest já trabalhou com Cătălin Cîrjan e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Bucharest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Younes Zöllner não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Răzvan Tănasă está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bakary Haïdara será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Bucharest as despedidas começaram em silêncio.
Cătălin Cîrjan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Dinamo Bucharest tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilfred George estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Dinamo Bucharest já trabalhou com Cătălin Cîrjan e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
17 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel23/02/2032
48 dias de fora para Adrian Hagi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Bucharest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Bucharest ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Axel Guessand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Bucharest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Corvinul Hunedoara pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Mateusz Grudziński esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Emrik Andersen acabou de assinar pelo Corvinul Hunedoara e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel23/02/2032
Pedro Albino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.72 para o resto.
Mateusz Grudziński e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/02/2032
Pedro Albino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Bucharest fica com o seu homem, e o Corvinul Hunedoara volta a uma lista com um nome riscado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Corvinul Hunedoara foi explícito quanto à situação de Nikola Gjorgjev, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
O bancoMarkus Østerud tornou-se um homem de confiança do treinador
0‑1 frente ao Dinamo Bucharest, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Corvinul Hunedoara, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Corvinul Hunedoara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Corvinul Hunedoara perguntou e o CFR Cluj disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um 1‑0 sobre o Gloria Bistrița, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores09/02/2032
Markus Østerud jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.26. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Corvinul Hunedoara podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.67 para o resto.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pedro Albino e o Corvinul Hunedoara acertam mais 2 anos.
Adrian Sârbu lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathis Schübler-Lecart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Corvinul Hunedoara as despedidas começaram em silêncio.
Pedro Albino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denis Hrezdac está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gaspard Ambassa, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Corvinul Hunedoara disse a Denis Hrezdac que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoDenis Zanc pede uma conversa com o treinador
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Corvinul Hunedoara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Corvinul Hunedoara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Corvinul Hunedoara e o CS Tunari, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Denis Hrezdac estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mario Bordea tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
62 dias de fora para Pedro Albino depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Corvinul Hunedoara vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Corvinul Hunedoara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
19 entradas e 11 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Corvinul Hunedoara fez a parte difícil com o FCSB, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandru Boiciuc estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adrian Sârbu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Corvinul Hunedoara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Corvinul Hunedoara nada responderam, o que também é uma resposta.
Verba acordada, salário acordado, e o CS Tunari à espera com uma camisola. No Corvinul Hunedoara ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Corvinul Hunedoara fez a parte difícil com o FCSB, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Corvinul Hunedoara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandru Boiciuc está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Corvinul Hunedoara perguntou e o CFR Cluj disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O nome de Artur Smiechowski apareceu em conversas de que o Corvinul Hunedoara não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Doru Andrei não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ushindi acertou condições com o CS Afumați para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ushindi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Voluntari as despedidas começaram em silêncio.
Robert Curescu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/06/2031
Doru Andrei desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Dinamo Bucharest se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mihael Bodetić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Corvinul Hunedoara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Corvinul Hunedoara, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Corvinul Hunedoara fez a parte difícil com o Dinamo Bucharest, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel09/06/2031
Alexandru Boiciuc desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nikola Gjorgjev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Bucharest fica com o seu homem, e o Corvinul Hunedoara volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Diogo Mendes tem a sua resposta do Corvinul Hunedoara; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Troy Evans Essa Mvondo, e o treinador deixou.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dinamo Bucharest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Bucharest, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Bucharest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Carlos Mora tem a sua resposta do Dinamo Bucharest; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O treinador reorganizou as ideias e Simon Elisor saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Nicolae Păun lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrei Dumiter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Bucharest as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nicolae Păun acertou condições com o Petrolul Ploiești para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Harry Hawkins e o Dinamo Bucharest acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matthias Verreth está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bakary Haïdara tem a sua resposta do Dinamo Bucharest; o que fizer com ela é a história da próxima janela.