Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo St Petersburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo St Petersburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo St Petersburg podem fingir não ter ouvido.
Ilja Kubyshkin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yan Tses' estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Moscow fica com o seu homem, e o Dinamo St Petersburg volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo St Petersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel17/01/2028
Oleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ilja Kubyshkin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.11 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo St Petersburg sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Vladislav Shepelev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Dinamo St Petersburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Oleksandr Masalov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Dinamo St Petersburg aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo St Petersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ilja Kubyshkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yan Tses' está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aziz Gaziev, e o treinador deixou.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco03/01/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Pavel Gorbachev
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo St Petersburg, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omar Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo St Petersburg as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arseny Vainer, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo St Petersburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ilja Kubyshkin assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo St Petersburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Vitaly Khabarov não são bons
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Dinamo St Petersburg nada responderam, o que também é uma resposta.
Uma média de 7.11 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo St Petersburg sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/12/2027
Yan Tses' desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roman Torosyan, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo St Petersburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoAndreas Adamakis tornou-se um homem de confiança do treinador
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo St Petersburg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel29/11/2027
Oleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo St Petersburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo St Petersburg podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omar Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo St Petersburg as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yan Tses' está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ilja Kubyshkin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ilja Kubyshkin assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo St Petersburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo St Petersburg, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Meshalkin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo St Petersburg as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dawid Śmigielski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Dinamo St Petersburg vai tentar não fazer disso um caso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Polkovnikov, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Alexey Baev sai dessa comparação dentro da equipa, e o Dinamo St Petersburg beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco08/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Pavel Gorbachev
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco08/11/2027
Nikita Khlusov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo St Petersburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Posição 3, 19 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo St Petersburg podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo St Petersburg sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Vladislav Shepelev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelOleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Meshalkin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo St Petersburg as despedidas começaram em silêncio.
Ilja Kubyshkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yan Tses' estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vadim Karpov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dinamo St Petersburg joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vladislav Shepelev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omar Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo St Petersburg as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oleksandr Masalov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Georgy Korolev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.62, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores20/09/2027
Gianni Vadacca, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.97
Um 7.97 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel20/09/2027
Uma transferência que Arseny Vainer teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Arseny Vainer está a viver essa versão no Dinamo St Petersburg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Uma média de 7.03 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo St Petersburg sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Yan Tses' desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Dinamo St Petersburg não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Textilschik tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Vitória por 2‑0 sobre o PSK Pervorechenskoe, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo St Petersburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O PSK Pervorechenskoe tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yan Tses' está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Saturn; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Polkovnikov, e o treinador deixou.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yan Tses' está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 6.77, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Kolomna à espera com uma camisola. No Dinamo St Petersburg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Notas dos jogadores02/08/2027
Gianni Vadacca, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.05
Um 8.05 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo St Petersburg podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dinamo St Petersburg fez a parte difícil com o Spartak Tambov, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Ilja Kubyshkin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel02/08/2027
Yan Tses' desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leningradets fica com o seu homem, e o Dinamo St Petersburg volta a uma lista com um nome riscado.
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Dmitry Borodin não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o Spartak Tambov à espera com uma camisola. No Dinamo St Petersburg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As regras permitem-no e dói na mesma. Roman Torosyan acertou condições com o Ufa para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel05/07/2027
Oleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo St Petersburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo St Petersburg, e não vai ser retirado.
Plantel28/06/2027
Oleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/06/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oleksandr Masalov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Dinamo St Petersburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vladislav Shepelev assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo St Petersburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo St Petersburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omar Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo St Petersburg as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dinamo St Petersburg têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Ilja Kubyshkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roman Torosyan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Dinamo St Petersburg vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Ilja Kubyshkin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo St Petersburg lida com um homem que quer outro país.
Plantel14/06/2027
Casian Soare desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Dinamo St Petersburg foi explícito quanto à situação de Vyacheslav Demin, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pavel Kireenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Dinamo St Petersburg beneficiou disso.
Ilja Kubyshkin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel07/06/2027
Casian Soare desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
20 jogos, 5 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Dinamo St Petersburg já não é se joga, mas quem desloca.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dinamo St Petersburg, mais uma semana sem a assinatura de Nikita Khlusov.
O banco07/06/2027
Pavel Kireenko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo St Petersburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Rizvan Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Pavel Kireenko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo St Petersburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo St Petersburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo St Petersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Dinamo St Petersburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo St Petersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/04/2027
Oleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Polkovnikov, e o treinador deixou.
O banco05/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oleksandr Masalov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dinamo St Petersburg têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Plantel29/03/2027
Oleksandr Masalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo St Petersburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
53 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Rizvan Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Casian Soare estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vladislav Shepelev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Dinamo St Petersburg preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
51 dias de fora para Rizvan Umarov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo St Petersburg vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dinamo St Petersburg perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo St Petersburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
Vladislav Shepelev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel15/02/2027
Nikolay Rybikov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Dinamo St Petersburg daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no PSK Pervorechenskoe segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alexey Baev produziu-o, e o 8.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Casian Soare desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Omar Popov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo St Petersburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Rizvan Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Dinamo St Petersburg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ilja Kubyshkin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Rizvan Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
Casian Soare desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pavel Kireenko está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ilja Kubyshkin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikolay Rybikov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Rizvan Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Casian Soare está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Artur Koshman tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dinamo St Petersburg disse a Aziz Gaziev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Yakov Obukhov depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Spartak Tambov defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
18 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O Znamya Truda tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.92, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Dinamo St Petersburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo St Petersburg podem fingir não ter ouvido.
Rizvan Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oleksandr Masalov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Dinamo St Petersburg têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ilja Kubyshkin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Segue-se o Znamya Truda, e há um homem no balneário do Dinamo St Petersburg que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
MercadoA história de Rizvan Umarov recusa-se a morrer
Rizvan Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/08/2026
Casian Soare desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Dinamo St Petersburg sabe em que fase está.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.