63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nasaf perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Bukhara vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Nasaf foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Shodiyor Shodiboyev não precisou: 8.22, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nasaf sabem-no.
Yusuf Otubanjo lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Danil Prutsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel29/03/2027
Kingsley Sokari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco29/03/2027
Yusuf Otubanjo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nasaf dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Bukhara, e há um homem no balneário do Nasaf que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alibek Davronov apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nasaf, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nasaf perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Stefan Čolović tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Andijon deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nasaf coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Ninguém no Nasaf dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Danil Prutsev
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nasaf perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nasaf falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nasaf perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nasaf falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nasaf, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Danil Prutsev marcou, foi avaliado com 7.87 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O Nasaf mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Doniyor Abdullaev, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Umarbek Eshmurodov e o Nasaf acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nasaf coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção08/03/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Nasaf
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nasaf falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Samandar Muratboyev não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
G'olib G'aybullayev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel15/02/2027
Kingsley Sokari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samandar Muratboyev, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nasaf sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Nasaf. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nasaf vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Yusuf Otubanjo não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 5 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no Nasaf até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nasaf ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Danil Prutsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Stavropol fica com o seu homem, e o Nasaf volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Nasaf não o segura a fingir o contrário.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
A primeira derrota em 14 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Zenit; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gedson Fernandes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/01/2027
Jan Vertonghen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rodina fica com o seu homem, e o Nasaf volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nasaf coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nasaf já telefonou ao Spartak Moscow. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nasaf, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bobur Abdiholiqov assinar alguma coisa — um contrato no Nasaf ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O telefone voltou a tocar por causa de Danil Prutsev, e desta vez do outro lado está o Septemvri. No Spartak Moscow ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan Vertonghen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jogo16/01/2027
O Spartak Moscow torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Spartak Moscow estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Alexandr Maximenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Srđan Babić, e desta vez do outro lado está o Napredak. No Spartak Moscow ouvem com educação e não prometem nada.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 2‑1, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
A proposta do Independiente por Esequiel Barco foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Danil Prutsev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Spartak Moscow têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Plantel21/12/2026
Pablo Solari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada na semana que aí vem é normal. O Dinamo Moscow no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
“Vejo todos os jogos do Spartak Moscow daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no BATE segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O Orenburg vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Spartak Moscow foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gedson Fernandes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo21/11/2026
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Spartak Moscow. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Plantel23/11/2026
Jan Vertonghen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
7.85, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Plantel26/10/2026
Jan Vertonghen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nail Umyarov. 3‑1 sobre o Krylya Sovetov, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Christopher Wooh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Igor Dmitriev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Vitória por 3‑0 sobre o Strogino, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Gedson Fernandes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Jan Vertonghen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Zakhar Chushkin não precisou: 8.13, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Danil Prutsev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Gedson Fernandes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Pablo Solari quer futebol continental; se o Spartak Moscow o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel28/09/2026
Jan Vertonghen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orenburg fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Direção14/09/2026
O Spartak Moscow fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Spartak Moscow tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Besiktas, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan Vertonghen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Spartak Moscow perguntou e o Al-Hilal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
«157 internacionalizações são 157 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 39 acabou com o seu país e não acabou nada com Spartak Moscow.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Ahli fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Christopher Wooh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Baltika fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo Solari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.