Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Heidenheim já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nota 8.24 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Direção01/02/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Heidenheim
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Direção01/02/2027
O Heidenheim fecha o mercado com um plantel feito por si
6 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kirill Kaplenko acabou de assinar pelo Heidenheim e, por uma vez, a resposta importava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Heidenheim fez a parte difícil com o RB Leipzig, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BATE ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yuriy Kovalev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
O bancoKirill Kaplenko tornou-se um homem de confiança do treinador
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Kaplenko, e o treinador deixou.
Daniil Kutsepalov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BATE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Denis Shpakovskiy agiu, no BATE, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Pavel Mogilevets e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Nikonorov, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em BATE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o BATE terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Emprestados14/12/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Maxim Kunskiy
3 golos em 19 jogos no Saturn — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No BATE alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BATE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Sergey Pryakhin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O treinador reorganizou as ideias e Pavel Mogilevets saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pavel Mogilevets está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BATE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kirill Kaplenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BATE as despedidas começaram em silêncio.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No BATE vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Sergey Pryakhin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikita Neskoromnyi e o BATE acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em BATE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
É esta a época com que a cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu viaja para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas está combinado há dias.
Plantel23/11/2026
Yan Shumskiy lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Sergey Pryakhin agarrou este contra o Dinamo Minsk. 4‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do BATE.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilya Raschenya será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BATE as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.70 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BATE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BATE vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladislav Yatskevich e o BATE acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco09/11/2026
Peter Botka tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no BATE dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o BATE pode pedir e sobe o salário que Kirill Kaplenko pode exigir.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ilya Raschenya treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BATE vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BATE ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pavel Mogilevets esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mikhail Sachkovskiy treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Maksim Volodko lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BATE vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BATE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do BATE daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ostrovets segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kirill Kaplenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BATE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Sergey Pryakhin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Dinamo Minsk vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Vladislav Poloz pré-acordou a mudança para o BATE, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Ninguém no BATE dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yuriy Kovalev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Egor Kress será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BATE as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.93 para o resto.
Yuriy Kovalev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kirill Kaplenko. 3‑1 sobre o Dinamo Minsk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Kirill Polkhovskiy acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o BATE substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Nikita Neskoromnyi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Verba acordada, salário acordado, e o Slonim à espera com uma camisola. No BATE ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Neftchi fica com o seu homem, e o BATE volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Shakhtar fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ilya Raschenya acertou condições com o Dinamo Minsk para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Pavel Mogilevets esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Peter Botka produziu-o, e o 8.60 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilya Raschenya será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BATE as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no CSKA Moscow ninguém diz, e no BATE ninguém gosta de estar a adivinhar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kirill Kaplenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BATE as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Kirill Kaplenko pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BATE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Alexey Legchilin acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o BATE substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do BATE sobre quem trabalha
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yuriy Kovalev e o BATE acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Yuriy Kovalev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O BATE perguntou e o Pogon disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anton Kovalev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no BATE