Igor Obukhov lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lokomotiv Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tigran Avanesyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikolay Komlichenko e o Lokomotiv Moscow acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Emprestados05/04/2032
16 balizas a zeros por empréstimo para Bogdan Sheiko
30 jogos no Ural e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Moscow perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lokomotiv Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Yeremeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikolay Komlichenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergey Pinyaev assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Igor Obukhov lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikolay Komlichenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco22/03/2032
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ruslan Cherviakov apontou a data.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Moscow perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 71 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniil Veselov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Morozov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Siljanov assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lokomotiv Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Rotor à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tigran Avanesyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados08/03/2032
16 balizas a zeros por empréstimo para Bogdan Sheiko
30 jogos no Ural e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikolay Komlichenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Igor Obukhov lesiona os ligamentos do joelho — 121 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 121 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 3, 55 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
2 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikolay Komlichenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikolay Komlichenko, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brian Mansilla está nela.
130 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Moscow perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Rubin à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Mansilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O aperto de mão com o Slovacko está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Cristian Carrara acabou de assinar pelo Lokomotiv Moscow e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikolay Komlichenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais um nome na lista: o Rubin fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Daniil Veselov. A resposta do Lokomotiv Moscow não mudou — para já.
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 55 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Lokomotiv Moscow foi ao Slovacko com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tigran Avanesyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Arsenal Tula por Viktor Petukhov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexandr Siljanov e o Lokomotiv Moscow acertam mais 3 anos.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados09/02/2032
16 balizas a zeros por empréstimo para Bogdan Sheiko
30 jogos no Ural e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Posição 3, 54 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.18 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexandr Siljanov e o Lokomotiv Moscow acertam mais 3 anos.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
15 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Lokomotiv Moscow disse a Daniil Khudyakov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Prokhor Avdeev e o Lokomotiv Moscow acertam mais 4 anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dmitriy Prischepa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/01/2032
Brian Mansilla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Zelimkhan Bakaev. 1‑0 sobre o Ural, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresFasson jogou uma tarde diferente da de toda a gente
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Nikita Haikin
O bancoAlexandr Siljanov tornou-se um homem de confiança do treinador
Dribles concretizados: 42. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Akron segue em frente e o Lokomotiv Moscow vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não há pior forma de perder um futebolista. Dmitriy Prischepa pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Roman Kudryavtsev acabou de assinar pelo Lokomotiv Moscow e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel12/01/2032
Brian Mansilla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Roman Kudryavtsev não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Lokomotiv Moscow estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sergey Pinyaev e o Lokomotiv Moscow acertam mais 5 anos.
Brian Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados05/01/2032
15 balizas a zeros por empréstimo para Bogdan Sheiko
25 jogos no Ural e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
O Torpedo Moscow vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mario Ćurić pré-acordou a mudança para o Lokomotiv Moscow, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
0‑2 para o Zenit, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel05/01/2032
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Yeremeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.27 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Khudyakov, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Posição 3, 43 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Emprestados22/12/2031
O empréstimo de Bogdan Sheiko mede-se pelo que não acontece
14 balizas a zeros em 23 jogos no Ural. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Fasson no seu melhor
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sergey Pinyaev produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Lokomotiv Moscow vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Krylya Sovetov passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados08/12/2031
O empréstimo de Bogdan Sheiko mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 21 jogos no Ural. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Daniil Kopnichev lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Morozov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Emprestados01/12/2031
12 balizas a zeros por empréstimo para Bogdan Sheiko
20 jogos no Ural e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Viktor Petukhov agarrou este contra o Ryazan. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Lokomotiv Moscow.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Viktor Petukhov marcou ao minuto 86, o Ryazan já pensava na viagem de regresso, e o Lokomotiv Moscow levou tudo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sergey Pinyaev produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Daniil Kopnichev lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco17/11/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Vladimir Zubkov não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Lokomotiv Moscow também ninguém o escondia.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Moscow perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Vladimir Zubkov depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Bogdan Sheiko mede-se pelo que não acontece
MercadoA conversa sobre Nikita Haikin não desaparece
Daniil Kopnichev lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.19 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 3‑1 sobre o Orenburg, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel03/11/2031
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gilson Benchimol e o Lokomotiv Moscow acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Lokomotiv Moscow sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Morozov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco13/10/2031
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Viktor Petukhov não precisou: 8.14, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fasson e o Lokomotiv Moscow acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
AntevisãoO jogo grande: o CSKA Moscow no horizonte
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Arseniy Ageev no seu melhor
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Mansilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel22/09/2031
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoBrian Mansilla tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mark Pereverzev está a viver essa versão no Lokomotiv Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Verba acordada, salário acordado, e o Orenburg à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Andrey Ivlev marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
19 entradas e 18 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikolay Komlichenko e o Lokomotiv Moscow acertam mais 2 anos.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.91 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Spartak Kostroma por Viktor Petukhov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Nikita Haikin
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.48 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Yeremeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Max Dziov volta a ser jogador do Lokomotiv Moscow, e a cidade tem a sua história do verão.
$160.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Akhmat Grozny pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Veldin Hodža estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Viktor Petukhov não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A proposta seguiu esta semana para o Akhmat Grozny, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Veldin Hodža está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. German Ignatov chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Apollon por Nikolay Komlichenko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Moscow fica com o seu homem, e o Lokomotiv Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Belajdi Pusi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vitaly Stezhko pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/08/2031
Veldin Hodža melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
O Spartak Kostroma não queria vender e o número é a razão por que o fez. $4.3M por Ruslan Cherviakov, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
A proposta do Lokomotiva Zagreb por Daniil Veselov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Lokomotiv Moscow ofereceu $52.0K; o Dinamo Moscow disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Ruslan Cherviakov do Spartak Kostroma por $4.3M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Lokomotiv Moscow sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Akhmat Grozny à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alvos de mercado28/07/2031
Verba fechada, faltam as condições de Ivan Lepskiy
O Lokomotiv Moscow e o CSKA Moscow acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.25, e ninguém melhor em campo.
Alvos de mercado28/07/2031
Os exames médicos acabam com o negócio de Maxim Laikin
Estava tudo acordado com o Baltika, e então o médico falou. O Lokomotiv Moscow desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
O Lokomotiv Moscow foi ao CSKA Moscow com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A camisola ainda lhe serve. Mingiyan Beveev está de volta ao Lokomotiv Moscow, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $52.0K por Igor Leschuk
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
7.70, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
8 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
O Lokomotiv Moscow perguntou e o Zenit disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/07/2031
Veldin Hodža melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Veldin Hodža está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brian Mansilla está nela.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Krasnodar pagou $3.0M e o Lokomotiv Moscow aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Veldin Hodža está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Belajdi Pusi, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matheus Alves será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/06/2031
Veldin Hodža desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Arseniy Ageev e o Lokomotiv Moscow acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Brian Mansilla e o Lokomotiv Moscow acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Petukhov, e o treinador deixou.
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergey Pinyaev assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Lokomotiv Moscow não tem uma boa resposta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arseniy Ageev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Veldin Hodža estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/05/2031
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Siljanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Veldin Hodža está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandr Siljanov está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Odoevskiy, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergey Pinyaev assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fasson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Filippo Marenco apontou a data.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arseniy Ageev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sergey Pinyaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Siljanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matheus Alves será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco21/04/2031
Brian Mansilla tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de César Montes. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Veldin Hodža está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandr Siljanov está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergey Pinyaev assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/04/2031
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiv Moscow, e 15 jogos em 34 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikita Haikin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Vitaly Stezhko está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nikita Haikin não desaparece
Zelimkhan Bakaev lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arseniy Ageev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/03/2031
Veldin Hodža desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Siljanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/03/2031
Uma transferência que Garrik Levin teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Garrik Levin está a viver essa versão no Lokomotiv Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel17/03/2031
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandr Siljanov está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Artem Maximenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Odoevskiy, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Akhmat Grozny à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arseniy Ageev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/03/2031
Veldin Hodža desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco03/03/2031
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Eliminado, 1‑2 com o Dinamo Moscow, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção24/02/2031
O prazo passa com 7 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Lokomotiv Moscow até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Bulat Gatin agiu, no Lokomotiv Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Lokomotiv Moscow vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Baltika pode já não estar a vender.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Zenit paga $11.0M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
As bancadas17/02/2031
Os adeptos revoltam-se com a venda de Fredrik Sjøvold por $11.0M
Vai para o Zenit, o clube tem $11.0M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fasson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiv Moscow sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
5.º lugar com 57 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Bogdan Sheiko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Brian Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/02/2031
Fasson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Orenburg por Bogdan Sheiko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fasson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fasson, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fasson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.29 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Vitória por 2‑1 sobre o Torpedo Moscow, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Dribles concretizados: 32. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo08/01/2031
Nazar Sorokin ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 108. Nazar Sorokin encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Torpedo Moscow passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Prokhor Avdeev não precisou: 8.12, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Krasnodar levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel06/01/2031
Fasson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.25 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fasson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fasson, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/12/2030
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Uma média de 7.20 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Lokomotiv Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fredrik Sjøvold será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Brian Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Zelimkhan Bakaev. 2‑0 sobre o Nizhniy Novgorod, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fasson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores16/12/2030
Matheus Alves jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.16. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
Notas dos jogadoresSergey Pinyaev em notas de excelência
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.80 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikita Haikin e o Lokomotiv Moscow acertam mais 2 anos.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergey Pinyaev. 2‑0 sobre o Krylya Sovetov, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fasson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
1‑0 frente ao Spartak Moscow, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Lokomotiv Moscow já começaram a contá-la.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arseniy Ageev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikita Haikin e o Lokomotiv Moscow acertam mais 2 anos.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zelimkhan Bakaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Nikita Haikin
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zelimkhan Bakaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fredrik Sjøvold será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Veldin Hodža estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco18/11/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Vladimir Zubkov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Danila Godyaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Mansilla. 2‑0 sobre o Dinamo Makhachkala, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zelimkhan Bakaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zelimkhan Bakaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Sochi obrigou o Lokomotiv Moscow a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel28/10/2030
Veldin Hodža desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Metade do calendário jogado, 4.º lugar, 31 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fredrik Sjøvold será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Morozov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Vitória por 3‑0 sobre o Dinamo Barnaul, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores07/10/2030
Prokhor Avdeev, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.48 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. David Kokoev marcou, foi avaliado com 7.69 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» César Montes e o Lokomotiv Moscow acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Sergey Pinyaev
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikhail Schetinin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Brian Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Chelyabinsk à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zelimkhan Bakaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniil Veselov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Lokomotiv Moscow não tinha no outono.
Plantel16/09/2030
Uma transferência que Igor Obukhov teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Igor Obukhov está a viver essa versão no Lokomotiv Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel16/09/2030
Zelimkhan Bakaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.71. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 26. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Direção09/09/2030
O prazo passa com 12 contratações e 16 saídas
Está feito o negócio no Lokomotiv Moscow até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Artem Maximenko e o Lokomotiv Moscow acertam mais 3 anos.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matheus Alves produziu-o, e o 8.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brian Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Akhmat Grozny à espera com uma camisola. No Lokomotiv Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Moscow perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Moscow, e não vai ser retirado.
Brian Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Morozov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Maxim Osipenko lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arsenal Tula tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Brian Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Yuriy Yakovlev é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Sergey Pinyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Volga fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Arseniy Ageev. A resposta do Lokomotiv Moscow não mudou — para já.
Plantel17/06/2030
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikita Haikin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dmitry Tsypchenko está nela.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Lokomotiv Moscow entra no mercado
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Moscow podem fingir não ter ouvido.
Brian Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Bogdan Sheiko compromete-se com o Lokomotiv Moscow por mais 4 anos.
Plantel10/06/2030
Evgeny Morozov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Belajdi Pusi, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.