Arsène Kouassi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Enzo Genton e o FC Lorient acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Lorient sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Lorient, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o US Orleans à espera com uma camisola. No FC Lorient ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel09/08/2027
Raphaël Michel lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel09/08/2027
76 dias de fora para Hernán Luna depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FC Lorient vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Lorient, e não vai ser retirado.
Plantel09/08/2027
Arsène Kouassi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LOSC Lille fica com o seu homem, e o FC Lorient volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Benjamin Leroy, e desta vez do outro lado está o Toulouse FC. No FC Lorient ouvem com educação e não prometem nada.
“Vejo todos os jogos do Trabzonspor daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Manisa FK segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Trabzonspor, mais uma semana sem a assinatura de Muhammed Cham.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cihan Çanak, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Ernest Muçi recusa-se a morrer
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Batista Mendy assinar alguma coisa — um contrato no Trabzonspor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Trabzonspor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Trabzonspor. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
2 golos em 12 jogos no Sakaryaspor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Trabzonspor alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma média de 7.80 na época, com 31 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jogo24/04/2027
Ninguém quer jogar contra o Trabzonspor neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Merih Demiral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Merih Demiral e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Vejo todos os jogos do Trabzonspor daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Fatih Karagumruk segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco05/04/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Volkan Kahveci a uma sala que já as tinha ouvido.
Uma média de 7.74 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Posição 2, 63 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Trabzonspor ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Trabzonspor já sabem disso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trabzonspor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.33 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.54 para o resto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Trabzonspor ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Trabzonspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.69 na época, com 22 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Fatih Karagumruk vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Trabzonspor foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.55 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Edin Višća regressa a Trabzonspor com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Trabzonspor ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoA vista do banco
Emprestados9 golos por empréstimo para Denis Drăguş
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trabzonspor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Trabzonspor já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 2, 51 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 1 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Trabzonspor até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Barış Nazlı agarrou este contra o Kasimpasa. 4‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Trabzonspor.
14 golos e uma média de 7.58 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.23 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.79, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Mohamed Salah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo26/12/2026
Ninguém quer jogar contra o Trabzonspor neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
4‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Franculino produziu-o, e o 8.93 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Trabzonspor ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
400 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
5‑2 frente ao GAIS, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.64 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.64, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Trabzonspor ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Vitória por 3‑2 sobre o Keciorengucu, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Trabzonspor tem 8 vitórias seguidas dela.
Plantel02/11/2026
59 dias de fora para Tony Nwakaeme depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Trabzonspor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.43 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Trabzonspor a ouviu como outra coisa.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.20 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edin Višća. 2‑0 sobre o Basaksehir, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Trabzonspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benjamin Bouchouari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.23 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trabzonspor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel12/10/2026
Cenk Özkacar melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel12/10/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Trabzonspor
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco12/10/2026
Batista Mendy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Trabzonspor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fabinho. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Basaksehir, e há um homem no balneário do Trabzonspor que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trabzonspor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Samsunspor vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Trabzonspor foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Trabzonspor, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.38 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Trabzonspor lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 156 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Trabzonspor perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.29 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.83 para o resto.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Trabzonspor a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Salah e o Trabzonspor acertam mais 1 anos.
Mohamed Salah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«78 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 35 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Trabzonspor.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Batista Mendy continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Trabzonspor sobre quem trabalha