Dávid Ďuriš

Meia Atacante (D) - Rosenborg
2 Nov 2028
Quinta-feira
Processo

Marcado para Dávid Ďuriš

115 Edição

O Diário de Rosenborg

09/10/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Rosenborg não perde

Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Mais uma baliza a zeros para Leopold Wahlstedt

16 jogos sem sofrer e a contar. Os guarda-redes só se notam quando falham, e Leopold Wahlstedt não deu essa hipótese a ninguém.

Plantel

Troca de palavras no Rosenborg

Leopold Wahlstedt e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Afimico Pululu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Emprestados

Mads Bomholt conta os dias

“Vejo todos os jogos do Rosenborg daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Viking segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

Não há lugar para Dávid Ďuriš no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Rosenborg fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Emil Ceïde

7.46, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Rosenborg tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Ethan Ampadu é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ethan Ampadu está nela.

O banco

Felix Vá ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

Edições anteriores
93 Edição

O Diário de Rosenborg

08/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Rosenborg

Taiwo Awoniyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Afimico Pululu desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Não há esconderijo para Adam Idah

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Idah, e o treinador deixou.

Mercado

Tomáš Nemčík quer mais do que o Rosenborg oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

O banco

A falta de forma apanha Adam Idah

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Ethan Ampadu

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ethan Ampadu sai dessa comparação dentro da equipa, e o Rosenborg beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Oliver Christensen bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oliver Christensen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Martin Sorloth não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Rosenborg também ninguém o escondia.

Antevisão

Um teste contra o melhor para o Rosenborg

Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Viking.

Em resumo

90 Edição

O Diário de Rosenborg

17/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Vetle Auklend tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rosenborg já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Rosenborg

Taiwo Awoniyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Afimico Pululu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Tomáš Nemčík continua a pagar por uma tarde no Rosenborg

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Adam Idah

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Plantel

No Rosenborg ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Quando importa, Afimico Pululu joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Martin Sorloth escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Afimico Pululu

Dribles concretizados: 12. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Em resumo

74 Edição

O Diário de Rosenborg

27/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Dino Islamović lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

O banco

Taiwo Awoniyi diz que o Rosenborg não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Troca de palavras no Rosenborg

Taiwo Awoniyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rosenborg

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Afimico Pululu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Leopold Wahlstedt tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Rosenborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Dávid Ďuriš apontado a uma saída

O nome de Dávid Ďuriš não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Rosenborg nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

68 Edição

O Diário de Rosenborg

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Taiwo Awoniyi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Afimico Pululu desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Emil Ceïde tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Rosenborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A história de Emil Ceïde recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Emil Ceïde assinar alguma coisa — um contrato no Rosenborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Afimico Pululu continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Rosenborg gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Emprestados

Ninguém marca a Andreas Gülstorff no Bodo/Glimt

6 jogos sem sofrer em 11 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Andreas Gülstorff tem tido muitas.

Plantel

Dávid Ďuriš parte com a seleção

Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Rosenborg gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Amin Chiakha

3 golos em 9 jogos no Norwich City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Rosenborg alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

O banco

O treinador sai em defesa de Taiwo Awoniyi

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Taiwo Awoniyi foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo

61 Edição

O Diário de Rosenborg

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Ninguém ganha em casa do Rosenborg

31 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Rosenborg não perde

Já são 23 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Jogo

Rosenborg avança na taça

Vitória por 1‑0 sobre o Stromsgodset, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Jogo

Ninguém acima do Rosenborg

Primeiro, com 60 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.

Notas dos jogadores

Emil Ceïde passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Um desentendimento no Rosenborg

Taiwo Awoniyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Afimico Pululu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

200 jogos para Adrian Pereira

200 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.

Notas dos jogadores

Dávid Ďuriš jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.16. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

46 Edição

O Diário de Rosenborg

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Um desentendimento no Rosenborg

Leopold Wahlstedt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrick Berg está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Simen Bolkan Nordli passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Emprestados

Haakon Sørum já viu o suficiente de Mjondalen

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Rosenborg, e 0 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.

Jogo

Ao fim de 4 jogos, o Rosenborg volta a perder

A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Molde; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Notas dos jogadores

Emil Ceïde acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.52 na ficha, e os adeptos do Rosenborg saíram a repetir um nome.

O banco

Não há esconderijo para Santeri Väänänen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santeri Väänänen, e o treinador deixou.

O banco

Ole Selnæs tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Rosenborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Martin Sorloth: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Em resumo

40 Edição

O Diário de Rosenborg

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

A série caseira do Rosenborg continua

18 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Notas dos jogadores

Afimico Pululu marca duas vezes — 8.07

Dois golos e um 8.07 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Rosenborg neste momento

4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrick Berg está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rosenborg

Aslak Fonn Witry esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Rasmus Sandberg quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Rosenborg e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 10 no Haugesund dizem o resto.

O banco

Não há esconderijo para Dino Islamović

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dino Islamović, e o treinador deixou.

Jogo

Afimico Pululu faz a diferença pelo Rosenborg contra o Haugesund

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Afimico Pululu. 2‑0 sobre o Haugesund, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Jogo número 200 para Dávid Ďuriš

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Em resumo

39 Edição

O Diário de Rosenborg

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Dávid Ďuriš marca duas vezes — 9.20

Dois golos e um 9.20 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Rosenborg neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Um desentendimento no Rosenborg

Ole Selnæs e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Patrick Berg desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

As bancadas

Um dos seus: Mads Bomholt

Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Rosenborg encontra maneira de passar pelo Mjondalen

O Mjondalen obrigou o Rosenborg a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Emil Ceïde

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.09, e nem uma objeção no estádio.

O banco

A falta de forma apanha Dino Islamović

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

O banco

Patrick Berg tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Rosenborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

37 Edição

O Diário de Rosenborg

12/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Dino Islamović: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Rosenborg nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

O Rosenborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar

16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Dávid Ďuriš — 9.29

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dávid Ďuriš produziu-o, e o 9.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Direção

O Rosenborg amarra Martin Sorloth

Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Villads Nielsen rejeita a mudança

O Rosenborg tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Bodo/Glimt, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Troca de palavras no Rosenborg

Simen Bolkan Nordli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

6 golos com o Rosenborg e o Sandefjord de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Rosenborg e o Sandefjord, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

Jogo

Dávid Ďuriš faz a diferença pelo Rosenborg contra o Sandefjord

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dávid Ďuriš. 4‑2 sobre o Sandefjord, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Patrick Berg desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Rosenborg

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Aslak Fonn Witry

23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosenborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Jogo

O Rosenborg fica aquém na Europa

0‑1 perante o nível do Feyenoord. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.

Jogo

Ao fim de 9 jogos, o Rosenborg volta a perder

A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Feyenoord; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rosenborg

Ole Selnæs esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Martin Sorloth a uma sala que já as tinha ouvido.

O banco

Quando importa, Ole Selnæs joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Dino Islamović fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

Mercado

A conversa sobre Patrick Berg não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Rosenborg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Simen Bolkan Nordli descontente com a função que lhe dão

Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Simen Bolkan Nordli deixou claro que não gosta da forma como o Rosenborg o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.

Em resumo