«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Granada foi explícito quanto à situação de Pedro Alemañ, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Stoichkov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Granada a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Granada ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nacho apontou a data.
A proposta seguiu esta semana para o Barcelona, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Granada perguntou e o Southampton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Stoichkov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Juan Múnera apontou a data.
Em resumo
PlantelManu Lama treina como quem tem algo a provar
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Deportivo La Coruña nada responderam, o que também é uma resposta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Giménez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leo Román, e o treinador deixou.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 91. O Ceuta tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
O banco24/05/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Tomás Campos escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Giménez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑2 para o Leganés, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco17/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Tomás Campos a uma sala que já as tinha ouvido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Deportivo La Coruña fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
9 golos em 36 jogos no Eldense — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Deportivo La Coruña alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gonzalo Aquilino e o Deportivo La Coruña acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Disseram uma coisa a Adama Traoré e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gian Nardelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gonzalo Aquilino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
8 golos em 28 jogos no Eldense — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Deportivo La Coruña alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gian Nardelli, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Deportivo La Coruña sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
David Mella, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.20
Um 8.20 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leo Román quer futebol continental; se o Deportivo La Coruña o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. David Mella tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Giménez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Mariano Barreda
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Granada; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo La Coruña coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 1‑1 com o Granada deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
Plantel14/12/2026
Teun Gijselhart desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco14/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Tomás Campos escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Angeliño esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Giménez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Real Sociedad B passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Deportivo La Coruña lida com um homem que quer outro país.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Lorenzo Amatucci está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo La Coruña coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Giménez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Deportivo La Coruña daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Las Palmas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leo Román. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mario Soriano: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Deportivo La Coruña a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Ríos está nela.