Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Levante falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Escandar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Levante as despedidas começaram em silêncio.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Octavio Perdomo volta a ser jogador do Levante, e a cidade tem a sua história do verão.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Octavio Perdomo está a viver essa versão no Levante, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gimnasia La Plata fica com o seu homem, e o Levante volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Levante falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Levante coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Cabello está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador reorganizou as ideias e Víctor García saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Víctor García, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Levante, e não vai ser retirado.
Oriol Rey esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Cabello estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pepelu e o Levante acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Levante sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Levante, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Georgemy apontou a data.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Valencia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Espanyol fica com o seu homem, e o Valencia volta a uma lista com um nome riscado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Luis Rioja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 14 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel19/07/2027
No Valencia ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Valencia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Pepelu volta a ser jogador do Levante, e a cidade tem a sua história do verão.
O Levante ofereceu $5.7M; o Deportivo La Coruña disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta do Masr El Makasa por Ciro Thompson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Levante coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/07/2027
Jorge Cabello desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Verba acordada, salário acordado, e o Leganés à espera com uma camisola. No Valencia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Valencia foi ao Besiktas com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Valencia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Santander fica com o seu homem, e o Valencia volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a José Matos terminou com $3.9M a mudar de mãos e o Ceuta sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Valencia ofereceu $4.0M; o Espanyol disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. José Matos agiu, no Valencia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Valencia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Valencia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Valencia ofereceu $17.0M; o Betis disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cádiz fica com o seu homem, e o Valencia volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Ceuta, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Luis Rioja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Hull City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Levski aceitou o dinheiro. O que o Valencia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Valencia perguntou e o Fiorentina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Valencia a ouviu como outra coisa.
O Valencia ofereceu $1.3M; o Real Madrid disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Luis Rioja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelHugo Duro desentende-se com um colega por causa das exigências
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Valencia, e não vai ser retirado.
Luis Rioja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo Duro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Guido Rodríguez tem a sua resposta do Valencia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Guido Rodríguez, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Javi Guerra assinar alguma coisa — um contrato no Valencia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Cristian Rivero apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Valencia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Valencia sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo Duro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pepelu, e o treinador deixou.
O banco03/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Tomás Gutiérrez a uma sala que já as tinha ouvido.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $180.0K ao Valencia. José Copete saiu há muito tempo; o papel ficou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Luis Rioja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel19/04/2027
Filip Ugrinić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Valencia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ninguém no Valencia sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Valencia. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
7.84, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
O Valencia perguntou e o Getafe disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Javi Guerra tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pepelu. 1‑0 sobre o Espanyol, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel15/02/2027
Filip Ugrinić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Valencia toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O Valencia ficou sem tempo com o Real Sociedad. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Valencia, e não vai ser retirado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.80 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Valencia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Stole Dimitrievski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Valencia perguntou e o Córdoba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Luis Rioja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arnaut Danjuma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Valencia disse a Dani Vivian que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Valencia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stole Dimitrievski, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Filip Ugrinić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco12/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Jorge Bravo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Ninguém no Valencia sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Luis Rioja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Valencia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arnaut Danjuma está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” José Gayà tem a sua resposta do Valencia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jorge Bravo sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.